Sábado, 31 de Março de 2012

Prece do Anjo Ismael


http://sendaluznolar.no.sapo.pt/PASCOA008.htm


"Nenhum espírito avança para a luz sem conduzir dificuldades
enleadas nos pés..." Joanna de Ângelis


Glória a Deus nas alturas, paz aos homens na Terra!

Jesus, bom e amado Mestre, sustenta os teus humildes irmãos pecadores nas lutas deste mundo.

Anjo bendito do Senhor, abre para nós os teus compassivos braços;
abriga-nos do mal, levanta os nossos espíritos à Majestade do teu reino, e infunde em todos os nossos sentidos a luz do teu imenso amor.

Jesus, pelo teu sublime sacrifício, pelos teus martírios na Cruz, dá, a esses que se acham ligados ao pesado fardo da matéria, orientação perfeita do caminho e da virtude, o único pelo qual podemos Te encontrar.

Jesus, paz a eles, misericórdia aos nossos inimigos e recebe em teu seio bendito a prece dos últimos dos teus servos.

Bendita Estrela, Farol das imortais falanges, purifica-nos com Teus raios Divinos;
lava-nos de todas as culpas, atrai-nos para junto do teu seio, santuário bendito de todos os amores.

Se o mundo com seus erros, paixões e ódios, alastra o caminho de espinhos, escurecendo o nosso horizonte com as trevas do pecado, rebrilha mais com Tua Misericórdia, para que seguros e apoiados no Teu Evangelho, possamos trilhar e vencer as escabrosidades do carreiro e chegar às moradas do Teu Reino.

Amiga Estrela, Farol dos pecadores e dos justos, abre Teu seio Divino e recebe a nossa súplica pela Humanidade inteira.

Fonte: LIVRO: "PRECES ESPÍRITAS"
Autor Espiritual: Caibair Schutel

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Sexta-feira, 30 de Dezembro de 2011

Oração Diante do Tempo

EVANGELHO no LAR (1ª.Semana JAN)
http://sendaluznolar.no.sapo.pt/NATAL005.htm

Oração Diante do Tempo

Senhor Jesus!
Diante do calendário que se renova, deixa que nos ajoelhemos para implorar-te compaixão.

Tu que eras antes que fôssemos, que nos tutelastes, em nome do Criador, na noite insondável das origens, não desvies de nós Teu olhar, para que não venhamos a perder o adubo do sangue e das lágrimas, oriundos das civilizações que morreram sob o guante da violência!...

Determinaste que o Tempo, à feição de ministro silencioso de tua justiça, nos seguisse todos os passos...

E, com os séculos, carregamos o pedregulho da ilusão, dele extraindo o ouro da experiência.

Do berço para o túmulo e do túmulo para o berço, temos sido senhores e escravos, ricos e pobres, fidalgos e plebeus.

Entretanto, em todas as posições, temos vivido em fuga constante da verdade, à caça de triunfo e dominação para o nosso velho egoísmo.

Na governança, nutríamos a vaidade e a miséria.

Na subalternidade, alentávamos o desespero e a insubmissão.

Na fortuna, éramos orgulhosos e inúteis.

Na carência, vivíamos intemperantes e despeitados.

Administrando, alongávamos o crime.

Obedecendo, atendíamos à vingança.

Resistíamos a todos os teus apelos, em tenebrosos labirintos de opressão e delinquência, quando vieste ensinar-nos o caminho libertador.

Não Te limitaste a crer na glória do Pai Celeste.

Estendeste-Lhe a incomparável bondade.

Não te circunscreveste à fé que renova.

Abraçaste o amor que redime.

Não te detiveste entre os eleitos da virtude.

Comungaste o ambiente das vítimas do mal, para reconduzi-las ao bem.

Não te ilhaste na oração pura e simples.

Ofertaste mãos amigas às necessidades alheias.

Não te isolaste, junto à dignidade venerável de Salomé, a venturosa mãe dos filhos de Zebedeu.

Acolheste a Madalena, possuída de sete génios sombrios.

Não consideraste tão-somente a Bartimeu, o mendigo cego.

Consagraste generosa atenção a Zaqueu, o rico necessitado.

Não apenas aconselhaste a fraternidade aos semelhantes.

Praticaste-a com devotamento e carinho, da intimidade do lar ao sol meridiano da praça pública.

Não pregaste a doutrina do perdão e da renúncia exclusivamente para os outros.

Aceitaste a cruz do escárnio e da morte, com abnegação e humildade, a fim de que aprendessemos a procurar contigo a divina ressurreição...

Entretanto, ainda hoje, decorridos quase vinte séculos sobre o teu sacrifício, não temos senão lágrimas de remorso e arrependimento para fecundar o Seara de nossos corações...

Em Teu nome, discípulos infiéis que temos sido, espalhamos nuvens de discórdia e crueldade nos horizontes de toda a Terra!

É por isso que o Tempo nos encontra hoje tão pobres e desventurados como ontem, por desleais ao Teu Evangelho de Redenção.

Não nos deixeis, contudo, órfãos de tua bênção...

No oceano encapelado das provações que merecemos, a tempestade ruge em pavorosos açoites...

Nosso mundo, Senhor, é uma embarcação que estala aos golpes rijos do vento.

Entre as convulsões da procela que nos arrasta e o abismo que nos espreita, clamamos por Teu socorro!

E confiamos em que Te levantarás luminoso e imaculado sobre a onda móvel e traiçoeira, aplacando a fúria dos elementos e exclamando para nós, como outrora disseste aos discípulos aterrados:

– “Homens de pouca fé, porque duvidastes?”.


Fonte: LIVRO: Cartas e Crónicas
Autor Espititual: Irmão X
Psicografada por: Médium: Francisco Cândido Xavier

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No Livro: ESE - CAPÍTULO VI - O Cristo consolador
Lêr : item 5 a 8 - Advento do Espírito de Verdade

Quarta-feira, 30 de Novembro de 2011

LUZ no LAR

EVANGELHO no LAR

(mensagem semanal)


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Abraço fraterno
SENDA de LUZ
(aluena)

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Velho Argumento


" E aduzindo ele isto em sua defesa, disse Festo em alta voz:
   - Estás louco, Paulo; as muitas letras te fazem delirar. "
                                Actos, 26:24

É muito comum lançarem aos discípulos do Evangelho a falsa acusação de loucos que lhes é imputada pelos círculos cientificistas do século.


O argumento é velhíssimo por parte de quantos pretendem fugir à verdade, complacentes com os próprios erros.


Há trabalhadores que perdem valioso tempo, lamentando que a multidão os classifique como desequilibrados.

Isto não constitui razão para contendas estéreis.


Muitas vezes, o próprio Mestre foi interpretado por demente e os apóstolos não receberam outra definição.


Numa das últimas defesas, vemos o valoroso amigo da gentilidade, ante a Corte Provincial de Cesareia, proclamando as verdades imortais de Cristo Jesus.


A assembléia toca-se de imenso assombro.


Aquela palavra franca e nobre estarrece os ouvintes.


É aí que Pórcio Festo, na qualidade de chefe dos convidados, delibera quebrar a vibração de espanto que domina o ambiente.


Antes, porém, de fazê-lo, o argucioso romano considerou que seria preciso justificar-se em bases sólidas.


Como acusar, no entanto, o grande convertido de Damasco, se ele, Festo, lhe conhecia o caráter íntegro, a sincera humildade, a paciência sublime e o ardoroso espírito de sacrifício?


Lembra-se, então, das “muitas letras” e Paulo é chamado louco pela ciência divina de que dava testemunho.


Recorda, pois, o abnegado batalhador e não dispenses apreço às falsas acusações de quantos te provoquem ao abandono da verdade.


O mal é incompatível com o bem e por “poucas letras” ou por “muitas”, desde que te alistes entre os aprendizes de Jesus, não te faltará o mundo inferior com o sarcasmo e a perseguição.




Fonte: LIVRO: Pão Nosso
Autor Espititual: Emmanuel
Psicografada por: Médium: Chico Xavier
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No Livro: ESE  - CAP.XVII - SEDE PERFEITOS
Lêr : item 11 - Cuidar do corpo e do espírito

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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2011

LUZ no LAR (mensagem SEMANAL)

EVANGELHO no LAR

(mensagem semanal)

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SENDA de LUZ
(aluena)
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MENSAGEM SEMANAL :

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A Única Dádiva

Consta-se que Simão Pedro estava cansado, depois de vinte dias junto do povo.

Banhara ferimentos, alimentara mulheres e crianças esquálidas, e, em vez de receber a aprovação do povo, recolhia insultos velados, aqui e ali...

Após três semanas consecutivas de luta, fatigara-se e preferira isolar-se entre alcaparreiras amigas.

Por isso mesmo, no crepúsculo anilado, estava, ele só, diante das águas, a refletir...

Aproxima-se alguém, contudo...

Por mais busque esconder-se, sente-se procurado.

E o próprio Cristo.

- Que fazeis, Pedro? – diz-lhe o Senhor.

- Penso, Mestre.

E o diálogo prolongou-se.

- Estás triste?

- Muito triste.

- Por que?

- Chamam-me ladrão.

- Mas se a consciência te não acusa, que tem isso?

- Sinto-me desditoso:  Em nome do amor que me ensinas, alivio os enfermos e ajudo aos necessitados. Entretanto, injuriam-me. Dizem por aí que furto, que exploro a confiança do povo... Ainda ontem, distribuía os velhos mantos que nos foram cedidos pela casa de Carpo, entre os doentes chegados de Jope. Alegou alguém, inconsideradamente, que surripiei a maior parte. Estou exausto, Mestre. Vinte dias de multidão pesam muito mais que vinte anos de serviço na barca.

- Pedro, que deste aos necessitados nestes últimos vintes dias?

- Moedas, túnicas, mantos, ungüentos, trigo, peixe...

- De onde chegaram as moedas?

- Das mãos de Joana, a mulher de Cusa.

- As "túnicas"?

- Da casa de Zobalan, o curtidor.

- Os mantos?

- Da residência de Carpo, o romano que decidiu amparar-nos.

- Os unguentos?

- Do lar de Zebebeu, que os fabrica.

- O trigo?

- Da seara de Zaqueu, que se lembra de nós.

- E os peixes?

- Da nossa pesca.

- Então, Pedro?

- Que devo entender, Senhor?

- Que apenas entregamos aquilo que nos foi ofertado para distribuirmos, em favor dos que necessitam. A Divina Bondade conjuga as circunstâncias e confia-nos de um modo ou de outro os elementos que devamos movimentar nas obras do bem... Disseste servir em nome do amor...

- Sim, Mestre...

- Recorda, então, que o amor não relaciona calúnias, nem conta sarcasmos.

O discípulo, demostrando súbita renovação mental, não respondeu.

Jesus abraçou-o e disse:

- Pedro, todos os bens da vida podem ser transmitidos de sítio a sítio e de mão em mão... Ninguém pode dar, em essência, esse ou aquele património do mundo, senão o próprio Criador, que nos empresta os recursos por Ele gerados na Criação... E, se algo podemos dar de nós, o amor é a única dádiva que podemos fazer, sofrendo e renunciando por amor...

O apóstolo compreendeu e beijou as mãos que o tocavam de leve.

Em seguida, puseram-se ambos a falar alegremente sobre as tarefas esperadas para o dia seguinte.

Fonte: Aliança Espírita - Maio de 2000
Autor Espititual: Irmão X
Psicografada por: Médium: Francisco Cândido Xavier

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Adaptação e encaminhamento:

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sendadeluz@gmail.com

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No Livro:    Evangelho Segundo o Espiritismo


CAP.III - Há Muitas Moradas na Casa de Meu Pai


Lêr : item 13 a 15 (Mundos de Expiações e Provas)

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