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segunda-feira, 18 de abril de 2011

REMÉDIO

Remédio para as Almas - Bezerra de Menezes

Antigamente, em época não muito remota, o ser humano vivia relativamente pouco. Não havia a bênção do antibiótico, tínhamos que tratar com parcos recursos as enfermidades.

Era, às vezes, o quinino o que mais nós usávamos, e trazia tantas descobertas que para nós eram tão atuais: o carro, o telefone, o telégrafo, tanta coisa importante.

E, no entanto, pensávamos na Medicina, tão pouco adiantada. Hoje, a medicina aí está, avançando a largos passos.

Cada dia, uma descoberta nova e, no entanto a idade média de grande número das pessoas que partem está na faixa de trinta anos., Por que? Acidentes e acidentes, partidas violentas em “overdose”.

O número daqueles que chegam à idade avançada, para nós do plano espiritual, que observamos o mundo de cima, é muito menor do que aqueles que aportam muito antes, por antecipação, por não cumprimento do traçado cármico de suas vidas.

Lamentavelmente, os jovens estão partindo em larga escala para o plano espiritual. Não chegam a atingir a idade madura, pela insensatez, pelos princípios tão inferiores dolorosamente abraçados, pela falta de objetivos cristãos, pela imaturidade, pela viciação. E nós perguntamos:

“Quando será que aprenderão a servir a si mesmos servindo ao próximo?

Quando aprenderão a valorizar a saúde, a bênção da vida, a bênção de ter um corpo perfeito?

Por que tantos têm que ser aprisionados em leitos de deformações físicas pelos acidentes cada vez mais constantes? Por que essa velocidade na estrada?

Por que essa velocidade imensa, buscando a morte”? Fala-se à juventude, mostram-se espetáculos dantescos, diante dos olhos dos jovens desfilam cenas e cenas dolorosas, mas nem assim eles se previnem...

E colônias e colônias são abertas para colher esses farrapos espirituais que, na verdade, foram rapazes e moças belos, cheios de juventude, de inteligência.

Para onde vai caminhando o nosso mundo? Lamentavelmente, nós temos que ver, sentir e prever o pior...

Por isso, meus filhos, aquele que é cristão, o quanto puder divulgue a página esclarecedora, divulgue o livro que é um alimento completo, um banquete de luz, divulgue as palavras sensatas, os exemplos dignificantes, pratique a caridade. Não se deixem cansar pela ociosidade dos outros, porque aquele que está trabalhando encontrará sempre alguém para pedir: “DÊ-me a sua enxada.

Deixe eu encostá-la ali para você descansar.” Esses são os que mais devem e são os que menos fazem. Meus filhos, privilegiados vocês são e serão sempre, quando escolherem a melhor parte, que é a parte do bem, a parte da luz, a parte da renúncia e do amor. Porque o que mais ouvimos é gritarem pelos quatro rincões da Terra: “Senhor, Senhor!” Tantas seitas, tantas religiões de corações vazios e mãos vazias.. Vocês preencham o coração e transbordem as mãos no trabalho caritativo, porque Deus é por todos vocês!

IN: Espiritismo na Rede

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

TRAGÉDIA COLETIVA NO RIO DE JANEIRO ANTE A LEI DE CAUSA E EFEITO

Com o desequilíbrio ambiental (aquecimento global) em pleno verão, chuvas violentas são consequentes, e a tragédia das enchentes, dos desabamentos, dos desabrigados, se repetem, variando apenas o número de mortos e desaparecidos em decorrência desse fenómeno. Teresópolis, Nova Friburgo, Petrópolis, têm ocupado vasto espaço no noticiário, comovendo-nos mediante tantas vidas destruídas.
Nesses episódios, as imagens midiáticas, virtuais ou impressas, mostram-nos, com colorido forte, as tintas do drama de inúmeros estragos, enquanto a população recolhe o que sobrou e chora seus mortos.

Muitos ficam em estado de extrema revolta contra tudo e todos, mas não nos esqueçamos que nos Estatutos de Deus não há espaço para injustiças, razão pela qual os flagelos destruidores ocorrem com o fim de fazer o homem avançar mais depressa.
A destruição é necessária para a regeneração moral dos Espíritos, que adquirem, em cada nova existência, um novo grau de aperfeiçoamento.


A Lei de causa e efeito ainda é coisa obscura para a humanidade, principalmente para aquelas pessoas que vivenciam a tragédia.
Aquele que vê sua família dizimada dificilmente raciocinará;
ele simplesmente não compreenderá os motivos para isso, porque não consegue ver que causas poderiam levar a tamanha perda e na forma como ocorre.
É um momento de desespero, em que a visão se turva e não se é capaz de pensar em outra coisa que não seja a “injustiça”, embora que no plano espiritual o processo esteja ocorrendo de outra forma, com a harmonia da Lei Maior.

Nesses tristes fatos é comum emergir a indagação clássica:

Qual a finalidade desses acidentes, que causam a morte conjunta de várias pessoas?

Como a Justiça Divina pode ser percebida nessas situações?

Sendo Deus a Bondade Infinita, por que permite a morte aflitiva de tantas pessoas indefesas?

Os Espíritos elucidam a questão afirmando que
"as expiações e/ou as grandes provas são quase sempre um indício de um fim de sofrimento e de aperfeiçoamento do homem, desde que sejam aceitas por amor a Deus".(1)

Encarando, porém, a vida sem a compreensão das leis da consciência e do processo da reencarnação, não poderemos explicar a Justiça de Deus – principalmente nos casos brutais de mortes coletivas.

Nos casos tão dramáticos ocorridos nas serras “cariocas”, encontraremos uma justificativa plausível para os respectivos acontecimentos, se analisarmos atentamente as explicações que só a Doutrina Espírita nos fornece, para confirmar que, até mesmo nessas tragédias, a Lei de Justiça se faz presente, pois, como nos afirma Allan Kardec, não há efeito sem que haja uma causa que o justifique.

Todos os que pereceram nessas circunstâncias carregavam na alma motivos para se ajustarem com a Lei Divina, a fim de amortizar seus débitos com a indefectível e transcendente Justiça, encontrando aí a oportunidade sublime do resgate libertador.
“Salvo exceção, pode-se admitir, como regra geral, que todos aqueles que têm um compromisso em comum, reunidos numa existência, já viveram juntos para trabalharem pelo mesmo resultado, e se acharão reunidos ainda no futuro, até que tenham alcançado o objetivo, quer dizer, expiado o passado, ou cumprido a missão aceita.”.(2)

Naturalmente a Lei é para todos nós.
Emmanuel lembra que “quando retornamos da Terra para o Mundo Espiritual, conscientizados nas responsabilidades próprias, operamos o levantamento dos nossos débitos passados e rogamos os meios precisos a fim de resgatá-los devidamente.
E antes de reencarnarmos, sob o peso de débitos coletivos, somos informados, no além-túmulo, dos riscos a que estamos sujeitos, das formas pelas quais podemos quitar a dívida, porém, o fato, por si só, não é determinístico, até porque dependem de circunstâncias várias em nossas vidas a sua consumação, uma vez que a Lei de causa e efeito admite flexibilidade, quando o amor rege a vida.

Conforme ensinou Pedro, “o Amor cobre uma multidão de pecados”(3), portanto, podemos resgatar, através da prática do Bem, o equívoco praticado em outras instâncias.

De fato! Engendramos a culpa e nós mesmos movemos os processos destinados a extinguir-lhe as consequências.
E Deus se vale dos nossos esforços e compromissos de resgate e reajuste a fim de direcionar-nos a estudos e progressos invariavelmente mais amplos no que tange à nossa segurança psíquica.
É por essa razão que, de todas as tragédias humanas, nos retiramos com mais experiência e mais luz na mente e no coração, para defender-nos e valorizar a vida.

A situação no Rio é comovedora, como sinistro foi o terremoto no Haiti, o tsunami na Ásia.

Ainda aqui, Emmanuel esclarece: “lamentemos sem desespero quantos se fizeram vítimas de desastres que nos confrangem a alma. A dor de todos eles é a nossa dor. Os problemas com que se defrontaram são igualmente nossos. Não nos esqueçamos, porém, de que nunca estamos sem a presença de Misericórdia Divina junto às ocorrências da Divina Justiça, que o sofrimento é invariavelmente reduzido ao mínimo para cada um de nós, que tudo se renova para o bem de todos e que Deus nos concede sempre o melhor.”(4)

Inobstante, para o encarnado comum esse argumento emmanuelino não fazer muito sentido.

Diante de tantos e lúcidos esclarecimentos dos Benfeitores, não mais podemos ter quaisquer dúvidas de que a Justiça Divina exerce sua ação, exatamente com todos aqueles que, em algum momento, contrariaram a harmonia da Lei de Amor e Caridade, e por isso mesmo, cedo ou tarde, defrontar-nos-emos inexoravelmente com a Lei de Causa e Efeito, ou, se preferirmos, com a máxima proferida pela sabedoria popular:

“A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória”.

Jorge Hessen
SITE:
http://jorgehessen.net

Referências:

(1) Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, RJ: Ed. FEB, 1989
(2) Kardec, Allan. Obras Póstumas, RJ: Ed Feb, 1993, Segunda Parte, pág. 215, no Capítulo:

Questões e problemas
(3) I Pedro, 4:8
(4) Xavier, Chico. Mensagem ditada pelo Espírito Emmanuel, reunião pública,

na noite de 28 de fevereiro de 1972, em Uberaba, Minas Gerais

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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Carlos Bacelli em LX

RESUMO da Visita

Estas foram as notas que eu terei no Domingo,
Espero que para aqueles que não conseguiram ir, vos dê uma pequena ideia do que foi
explicitado por :
Carlos Bacelli na Faculdade de Medicina Dentária 12 de Setembro de 2010.

Kardec Chico Xavier e André Luís Espiritismo é a religião do Livro, diz o Dr. Odilon Fernandes.
É uma doutrina racicionada, progressista, evolucionista.
Tudo é visto à luz da razão e do progresso em geral.
Há medida que vamos ganhando conhecimento vamos recebendo do Mundo Espiritual mais e mais informações sobre a vida de ambos os lados.
Do chamado Mundo Físico e do chamado Mundo Espiritual.

Da Terra também vamos recebendo informação vindas daqueles que são os pensadores, que são irmãos nossos com maiores capacidades de raciocínio, com conhecimentos adquiridos, como seja o Deolindo Amorim, o Herculano Pires o Prof. Humberto Marioti. E muitos outros pensadores e estudiosos.

O Islamismo, o Judaísmo o Budismo são religiões de longa data mas que têm a mesma filosofia, seguem os mesmos ensinamentos desde o inicio. Em nada evoluíram e tal como o Catolicismo levam-nos apenas até à morte. Nada nos ensinam ou explicam sobre a vida após a morte do corpo físico. O que vem depois?
De onde vimos, para onde vamos, o que fazemos aqui e qual a rezão do sofrimento são questões que a todos nos interessa e nenhuma outra filosofia ou religião nos explica estas questões fundamentais.


O Mundo tem progredido em várias vertentes, como seja a nível cientifico e intelectual e as religiões não o têm acompanhado nos seus ensinamentos.
Uma lacuna que tem saído muito cara.
O Materialismo está cada vez mais implantado na Sociedade a cada vez mais está ocupando o espaço das religiões.
A nossa juventude, na sua maioria cada vez menos se ocupa com as questões do Espírito.
Estão muito mais virados para o imediatismo.
As religiões não lhes dão nada, não lhes transmitem nada sobre as questões actuais, fundamentais.

A Doutrina Espirita é uma Doutrina progressista.
Tem as suas bases que Kardec compilou com a falange do Espírito da Verdade devidamente estudadas e comprovadas de várias formas no espaço de 15 anos.
Esses princípios são inalteráveis, são a palavra da Vida Eterna.
No entanto Kardec disse que se alguma vez qualquer coisa que ele tenha escrito fosse provada errado, pela ciência, que deveríamos então seguir a ciência e por de parte o que ele escreveu.

Isto não aconteceu até hoje.

A doutrina tem sim vindo a ser cada vez mais esclarecedora.
Desde Kardec depois com os livros de Chico Xavier que foram ditados pelos Espíritos, pensamos mesmo que sejam até os mesmo que trabalharam com Kardec.
Estes quase 400 livros explicam mais detalhadamente o que Kardec escreveu e levantam alguns véus sobre a vida no Mundo Espiritual como podemos ler nos livros ditados por André Luís.

O Espiritismo tem avançado tanto no campo da filosofia como e também da ciência e até da religiosidade.

Deus é o CRIADOR e todos nós, mesmo Jesus apenas somos co-criadores com Ele.
Cada um na medida do seu adiantamento.

Para podermos sentir a vida espiritual temos de ter os sentidos apropriados e necessários.
Todo o nosso corpo está a perder órgãos e outras funções que já não necessitamos.
Vejamos os dentes. Os caninos já não são afiados. Temos menos molares, o tal dente do ciso já não cresce em muitos seres.
Mas o cérebro, esse cada vez cresce mais, principalmente a parte frontal.
Sabemos que as pessoas mais inteligentes, os sobredotados, usam apenas 10 % do cérebro.
Deus nada cria sem ter uma finalidade por isso os outros 90% para que serão?

Kardec não era reencarnicionista inicialmente.
Foram os Espíritos que a traves da razão o convenceram.

Augusto Ceser Neto escreveu em “Falou e Disse” (GEEM) que todos os nascimento ou reencarnações nunca são iguais.
O Mundo Espiritual não é espirita pois o Espiritismo só existe há pouco mais de 150 anos.

O “Outro Lado” é como aqui.
Há de tudo.
Muitos nascem sem consciência e partem sem consciência.
Quem reencarna com consciência e vive com lucidez irá desencarnar com consciência.
Essa reencarnação irá ser programada sim.
Mas quantos estão nesta facha?

Tudo o que a Doutrina explica, todos os seus princípios básicos já eram conhecidos mas não eram explicados ou desenvolvidos.

O corpo espiritual já se encontra no mineral e como disse Leon Dinis
ele dorme na pedra, agitasse no mineral, manifesta-se no animal e acorda no homem e disse alguém mais que se sublima no Anjo.

Na Historia da Humanidade houve muitos descobridores.
Muitos deles Portugueses que desbravaram os mares.
Todos eles têm estátuas nas várias partes do Mundo.

Allan Kardec desbravou o Mundo Espiritual.
Mas nenhum sábio na Terra saberá dizer onde acaba o Mundo Físico e começa o Mundo Espiritual.
Este é de uma espécie de matéria quintencenciada.
Para um estudo mais abrangente os espíritas devem comparar o Livro dos Espíritos com a Géneses e com as obras do Chico que têm o complemento e o desdobramento que emerge naturalmente da codificação.

Cabral quando descobriu o Brasil pensou que era uma Ilha e chamou-lhe a Ilha da Pascoa.
Allan Kardec levou-nos às praias do Mundo Espiritual.
Ele começou a sua descoberta com 50 anos e levou 15 anos exaustivos para nos deixar o Pentateuco.
O marujo da sua caravela foi André Luís que tal como o marujo de Cabral foi mesmo ao local e verificou que não era apenas uma Ilha mas uma Terra muito fértil com muito para dar no futuro a todos que a quisessem aceitar.
Assim é que André Luís através de Chico nos traz a cidade do Nosso Lar.
Uma cidade Espiritual entre muitas e muitas outras que existem no Mundo Espiritual e onde não são apenas Espíritas que lá se encontram.
O Mundo Normal do homem é o Espiritual.
Foram essas Cidades Espirituais que deram origem aos Mundos físicos.
A vida viaja na luz.

Na Terra vivênciamos um Mundo transitório.
Os Mundos Espirituais sobrevivem a tudo.
São espaços multi universais.

Vejamos a cebola e as suas diversas camadas.
Ela nos dá uma ideia desse Mundo de camadas.
Sabemos que o número 7 está em muita coisa e também são 7 os umbrais.
As várias camadas "pergatoriais" em volta da Terra .

Para explicar melhor o Nosso Lar temos o livro "a Cidade do Além" que nos traz desenhos dessa mesma cidade (ver o livro "Sementeiras de Luz" ,do Neio Lúcio) ela é situada por cima do espaço do Brasil.
A sua autora terrestre foi Hegromina Cunha o autor Espiritual seu mentor, Lúcios que era o Camilo Flamarion noutra vida.

Chico disse que enquanto cá estivermos é de aproveitar bem e fazer tudo que nos compete fazer.

É que no outro lado não iremos resolvemos nada do que ficou cá por resolver.
E ao regressar ao Mundo Espiritual teremos também que nos colocar na fila, para voltar a reencarnar.
Coisa difícil nestas alturas em que a Terra sofre uma diminuição demográfica.

Também existe gravidade no Mundo Espiritual, de acordo com cada plano.
Enquanto na Terra estamos sujeitos à gravidade estamos também encerrados num escafandro, numa penitenciaria de alta segurança que é o nosso corpo físico.
Temos, no entanto a liberdade de pensamento que não tem limites.

Existem portais magnéticos, estradas de luz, buracos de minhocas, como diz a física quântica.
O mar é utilizado pelos espíritos como portal de entrada na Terra.
Os dois planos interagem.
O Dr. Inácio diz que o Mundo Espiritual começa na ponta do nosso nariz.
Nesses mundos extra físico existe uma vida social activa.

André Luís no livro "Libertação", dá-nos a conhecer um dos Mundos Espirituais, das trevas, do passado. Foram essas Cidades Espirituais que deram origem aos Mundos físicos actuais.
A vida viaja na luz. Esta é uma Cidade Gregoriana da Idade Média. A cidade do futuro é que nos é revelada no Nosso Lar, mas a mãe do André Luís vem ainda duma região mais acima, dum futuro ainda mais longínquo.

Jesus iniciou a sua caminhada 4000 anos antes de chegar à Terra.
Ele foi passando pelas várias camadas espirituais até nascer na Terra e nesses locais foi sempre pregando a palavra de Deus, nosso Pai mas de acordo com o entendimento e conhecimento dos habitantes desses locais.
Após a sua morte física, aqui na Terra, e como se diz no credo católico, desceu aos infernos ou seja continuou a reencarnar nos planos ainda mais abaixo.

Para melhor ainda entendermos a cidade Nosso Lar devíamos estudar o livro "Nosso Lar" em conjunto com o "Brasil Coração do Mundo Pátria do Evangelho".

Espírito Puro significa Puro Espírito e é aquele que já não tem mais nada de material mas ainda irá evoluir, pois evoluímos sempre e é essa a nossa finalidade.

Deus é inatingível pois isso o progresso não tem limites.

A Venerando de nosso Lar é a nossa Rainha Santa Isabel.
Ela é a Ministra do Ministério da regeneração.

A melhor maneira de nos livrarmos dos nossos inimigos é perdoar-lhes o mal que nos fizeram.
A violência só deixara de existir quando já não existir o desemprego.
O espírito quanto mais evoluído mais trabalha.
Quem é preguiçoso e dorme muito não evolui.

No Mundo Espiritual quem não trabalha só tem direito ao mínimo necessário.
Mais alguma coisa que queira terá de trabalhar para o obter.
Todo o trabalho recebe "Bónus Hora".
Esse é a moeda de troca no Além.
Para ter um lar é necessário juntar bastantes desses Bónus-Hora.

Para divulgar o Espiritismo basta incorporar o Evangelho
e não é necessário incorporar os espíritos.

POR: Teresa Moreira Mateus (Centro Esp. Casa do Caminho - LX)
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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Amor aos desafetos

QUE EU NÃO PERCA (Chico Xavier)


Amor aos desafetos

O amor resume toda a Doutrina do Mestre Jesus.

Em resposta à pergunta dos fariseus, sobre qual era o maior mandamento, ensinou que o amor a Deus e ao próximo como a nós mesmos resumia toda a Lei.

Mas quem será o próximo? Será apenas aquele que nos ama?

Em outra passagem do Evangelho, o Rabi nos recomenda que amemos nossos inimigos, que façamos o bem a quem nos odeia e que oremos pelos que nos perseguem e caluniam.

O Mestre nos fala que nenhum mérito teremos em amar somente quem nos ama ou fazermos o bem somente a quem nos faz o bem.

Amar quem nos ama, quem nos trata bem, quem para nós só tem pensamentos bons não nos exige qualquer esforço, é natural de nossa parte. Sorrir a quem nos sorri, ser amável a quem é amável para conosco é fácil.

O que ocorre, no entanto, é que costumamos amar somente quem tem atitudes amáveis para conosco.

Poucos agimos com amor para com aqueles que não conseguem nos amar.

A ideia de amar quem nos prejudica, quem para nós só tem pensamentos negativos, pode nos parecer um tanto absurda.

No entanto, é preciso entendamos o que o Mestre nos quis transmitir.

Ele não quis nos dizer que tenhamos para com nosso inimigo a ternura que dispensamos aos nossos amigos e irmãos, pois a ternura pressupõe confiança.

Não se tem confiança verdadeira em quem nos dirige pensamentos negativos, pois os pensamentos criam uma corrente de fluidos e, se esses são impregnados negativamente, não há como inspirar bons sentimentos.

Mas não devemos, em troca, emitir o mesmo padrão de pensamentos. Ou ter o mesmo tipo de atitudes de quem nos prejudica, pois assim nos igualamos a eles.

Amar os inimigos não é, portanto, ter para com eles uma afeição que não é compatível com os sentimentos negativos que deles emanam e aos quais não somos indiferentes. Mas é não guardar ódio ou rancor ou desejo de vingança.

Amar os inimigos é perdoar-lhes, sem pensamento oculto e sem quaisquer condições impostas, o mal que nos tenham causado.

É não opor nenhuma restrição à reconciliação com eles, é desejar-lhes o bem e não o mal, é experimentar alegria com o bem que lhes aconteça, é ajudá-los, se possível.

É, por fim, jamais emitir pensamentos ruins e, muito menos ter atitudes negativas para com eles, abstendo-se por palavras ou por atos, de tudo aquilo que os possa prejudicar.

Como Jesus nos recomendou, é oferecer a outra face, a face da benevolência e do perdão, frente alguma agressão moral, física ou material.

É agir com caridade, pois, se amar o próximo constitui o princípio da caridade, amar os inimigos é a mais sublime aplicação deste princípio, e tal virtude representa uma das maiores vitórias contra o egoísmo e o orgulho.


Autor:
Cap. XI e XII do livro

O Evangelho Segundo o Espiritismo,
de Allan Kardec, ed. Feb.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

DA SOMBRA PARA A LUZ

Estranhamos, muitas vezes, na Terra, a multiplicidade dos conflitos emocionais que nos assaltam, de improviso, assinalando deploráveis influências ocultas.
Em muitas circunstâncias, basta leve impulso na direção do bem, para que se manifestem, desesperadas, como a impedir-nos o acesso à Vida Superior.

Na iniciação da mediunidade, surgem, quase sempre, na forma de obsessões marginais, ameaçando-nos as mais belas aspirações, tanto quanto na construção da fé viva, adentro de nosso grupo familiar, aparecem na feição de desentendimento e discórdia, a se expressarem rudes e virulentas naqueles que mais amamos.

Entretanto, no exame do problema, recorramos a quadro simples da natureza.

Toda vez que necessitamos rasgar estradas novas no seio da gleba anônima, duro trabalho de educação do solo se faz imprescindível.

Sobre o chão agressivo e áspero, picareta e trator se mostram necessários, reclamando-se, ainda, o auxilio do pedregulho arestoso na pavimentação do caminho antes que o homem se valha dele na movimentação do progresso.

Utilizamos-nos do símile para considerar que também na abertura de novas rotas do espírito, tarefas sacrificiais se exigem de nós com vistas ao indispensável burilamento e, assim como os engenheiros supervisionam a obra, confiando-a braços rijos, habilitados à remoção do material primitivo e inferior, também os Instrutores Celestes, sem perder-nos, entrega-nos a companheiros mais ou menos semelhantes a nós, que nos desbastam o campo íntimo, através de lutas e sofrimentos até que lhes ofereçamos justo padrão de serviço ao apostolado de luz que se propõem a veicular.
É por isso que, em todos os percalços de nossa edificação para a Vida Eterna, realmente, não podemos dispensar o concurso efetivo da paciência, porque somente por essa virtude singela e renovadora é que poderemos vencer as inibições externas com o necessário triunfo sobre nós mesmos.

(Do livro "Linha Duzentos", EMMANUEL)
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segunda-feira, 6 de abril de 2009

Humildade de Coração

Humildade de Coração

“Bem-aventurados os pobres de espírito”: - proclamou o Senhor.

Nesse passo, porém, não vemos Jesus contra os tesouros culturais da Humanidade, mas, sim, exaltando a humildade de coração.

O mestre recordava-nos, no capítulo das bem-aventuranças, que é preciso trazer a mente descerrada à luz da vida para que a sabedoria e o amor encontrem seguro aconchego em nossa alma.

Hoje, como antigamente, somos defrontados, em toda parte, pelas escrituras encarceradas nos museus acadêmicos, cristalizadas nos preconceitos ruinosos, mumificadas em pontos de vista que lhes sombreiam a visão e algemadas a inutilidade do raciocínio ou do sentimento, engrossando as extensas fileiras da opressão.

Imprescindível clarear o pensamento, diante da natureza, e aceitar a extrema insignificância em que ainda agitamos, perante o Universo.

Jesus induzia-nos a esquecer a paralisia mental, em que, muitas vezes, nos comprazemos, inclinando-nos à adoção da simplicidade por norma de ascensão espiritual.

Esvaziemos o coração de todos os defeitos e de todos os fantasmas que experiências inferiores nos impuseram na peregrinação que nos trouxe ao presente.

Cada dia é nova revelação do Senhor para existência.

Cada companheiro da estrada é campo vivo a que podemos arrojar as sementes abençoadas da renovação.

Cada dor é uma benção para os que prosseguem acordados no conhecimento edificante.

Cada hora na marcha pode converter-se em plantação de beleza e alegria, se caminhamos obedecendo aos imperativos do trabalho constante no Infinito Bem.

Toda ciência do mundo, confrontada à sabedoria que nos espera, é menos que o ribeiro singelo ante o corpo ciclópico do oceano.

Toda riqueza dos homens perante a herança de luz que o Pai Celestial nos reserva, é minúsculo grão de pó na química planetária.

Sejamos simples e espontâneos, na senda em que a atualidade nos situa, aprendendo com a vida e doando à vida o melhor que pudermos, para que, em nos candidatando à láurea dos bem-aventurados, possamos ser realmente discípulos felizes daquele Amigo Eterno que nos recomendou:
-“Aprendei de mim que sou humilde de coração.”


FONTE: Livro "Refúgio"
Autor Espiritual : Emmanuel
Psicografada por: Francisco Cândido Xavier
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SITE : http://sendadeluz.no.sapo.pt


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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

APOMETRIA NÃO É ESPIRITISMO

O médico carioca residente em Porto Alegre Dr. José Lacerda desde os anos 50, espírita que era então, começou a realizar numa pequena sala do Hospital Espírita de Porto Alegre chamada A Casa do Jardim, atividades mediúnicas normais.
Com o tempo ele recebeu instruções dos espíritos e realizou investigações pessoais que desaguaram em um movimento ao qual ele deu o nome de Apometria.
Não irei entrar no mérito nem no estudo da apometria porque eu não sou apometra, eu sou espírita o que posso dizer é que a apometria, segundo os apometras, não é espiritismo.
Porquanto as suas práticas estão em total desacordo com as recomendações de O Livro dos Médiuns. Não examinaremos aqui o mérito ou demérito porque eu não pratico a apometria, mas segundo os livros que tem sido publicados, a apometria, segundo a presunção de alguns, é um passo avançado do movimento Espírita no qual Allan Kardec estaria ultrapassado. Allan Kardec foi a proposta para o século XIX e para parte do século XX e a apometria é o degrau mais evoluído no qual Allan Kardec encontra-se totalmente ultrapassado. Tese com a qual, na condição de espírita, eu não concordo em absoluto.
Na prática e nos métodos de libertação dos obsessores a violência que ditos métodos apresenta, a mim, a mim pessoalmente me parecem tão chocantes que fazem recordar-me da lei de Talião que Moises suavizou com o código legal e que Jesus sublimou através o amor.
Quando as entidades são rebeldes os doutrinadores depois de realizarem uma contagem cabalística ou de terem o gestual muito específico expulsam pela violência esse espírito para o magma da Terra, a substância ainda em ebulição do nosso planeta. O colocam em cápsulas espaciais e disparam para o mundo da erraticidade. Não iremos examinar a questão esdrúxula desse comportamento, mas se eu, na condição de espírito imperfeito que sou, chegasse desesperado num lugar pedindo misericórdia e apoio na minha loucura, e outrem, o meu próximo, me exilasse para o magma da Terra, para eu experimentar a dureza de um inferno mitológico ou ser desintegrado, eu renegaria àquele Deus que inspirou esse adversário da compaixão. Ou se me mandasse numa cápsula espacial para que fosse expulso da Terra. Com qual autoridade? Quando Jesus disse que o seu reino é dos miseráveis. Na parábola do Festim de Bodas, ele manda buscar os mendigos, aqueles que estão nos lugares escabrosos já que os eleitos recusaram e mataram os seus embaixadores.
A Doutrina Espírita centraliza-se no amor e todas essas práticas novas, das mentalizações, das correntes mento-magnéticas, psico-telérgicas para nós espíritas merecem todo respeito, mas não tem nada a ver com espiritismo. Seria o mesmo que as práticas da Terapia de Existências Passadas nós realizarmos dentro da casa espírita ou da cromoterapia ou da cristalterapia, fugindo totalmente da nossa finalidade.
A Casa Espírita não é uma clínica alternativa, não é lugar onde toda experiência nova vai colocada em execução. Tenho certeza de que aqueles que adotam esses métodos novos, primeiro, não conhecem as bases Kardequianas e ao conhecerem-nas nunca vivenciaram para terem certeza, seria desmentir todo material revelado pelo mundo espiritual nestes 144 anos de codificação, no Brasil e no mundo, pela mediunidade incomparável de Chico Xavier, as informações que vieram por esse médium impar, pela notável Yvone do Amaral Pereira, por Zilda Gama, por tantos médiuns nobres conhecidos e nobres desconhecidos no seu trabalho de socorro.
Então se alguém prefere a apometria, divorcie-se do Espiritismo. É um direito! Mas não misture para não confundir. A nossa tarefa é de iluminar, não é de eliminar. O espírito mau, perverso, cruel é nosso irmão na ignorância. Poderia haver alguém mais cruel do que o jovem Saulo de Tarso? Ele havia assassinado Estevão a pedradas, havia assassinado outros, e foi a Damasco para assassinar Ananias. Jesus não o colocou numa cápsula espacial e disparou para o infinito. Apareceu a ele! Conquistou-o pelo amor: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" Pode haver maior ternura nisso? E ele tomado de espanto perguntou: "Que é isto?" "- Eu sou Jesus, aquele a quem persegues". E ele então caiu em sí. Emmanuel usa esta frase: E caindo em si, quer dizer aquela capa do ego cedeu lugar ao encontro com o ser profundo, caindo em si. Ele despertou, e graças a ele nós conhecemos Jesus pela sua palavra, pelas suas lutas, pelo alto preço que pagou, apedrejado várias vezes até ser considerado morto, jogado por detrás dos muros nos lugares do lixo, dos dejetos ele foi resgatado pelos amigos e continuou pregando.

Então os espíritos perversos merecem nossa compaixão e não nosso repúdio. Coloquemo-nos no lugar deles. Que sejas como conosco quando nós éramos maus e ainda somos aqui com nós. Basta que alguém nos pise no calcanhar ou nos tome aquilo que supomos que é nosso, para ver como irrompe a nossa tendência violenta e nós nos transformamos de um para outro momento.

Não temos nada contra a Apometria, as correntes mento-magnéticas, aquelas outras de nomes muito esdrúxulos e pseudocientíficos. Não temos nada. Mas como espíritas, nós deveremos cuidar da proposta Espírita. E da minha condição de Espírita exercendo a mediunidade a mais de 54 anos, os resultados têm sido todos colhidos da árvore do amor e da caridade. Não entrarei no mérito dos métodos, que são bastante chocantes para a nossa mentalidade espírita, que não admite ritual, gestual, gritaria, nem determinados comportamentos, porque a única força é aquela que vem de dentro. Para esta classe de espíritos são necessários jejum e oração.

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Atendimento fraterno, atendimento amoroso com os nossos irmãos em desajustes.

Para a reflexão sobre o tema.
Autor: Divaldo Pereira Franco

(Transcrito do programa Presença Espírita, da Rádio Boa Nova, a partir de palestra de Divaldo Pereira Franco, em agosto de 2001)

quinta-feira, 26 de junho de 2008

NÃO NOS DEIXES CAIR EM TENTAÇÃO

A Bondade Infinita de Deus não permitirá que venhamos a cair sob as tentações, mas, para isso, é necessário que nos esforcemos, colaborando, de algum modo, com o auxilio incessante de Nosso Pai.
Há leis organizadas para beneficio de todos, mas, se não as respeitarmos, como poderemos contar com a proteção delas, em nosso favor?
Sabemos que o fogo destrói. Por isso mesmo, não devemos abusar dele.
Não podemos rogar o socorro divino para a imprudência que se repete todos os dias.
Se um homem estima a preguiça, não atrairá as bênçãos que ajudam aos cultivadores do trabalho.
Se uma pessoa vive atirando espinhos à face dos outros, como esperará sorrisos na face alheia?
É indiscutível que a Providência Divina nos ajudará constantemente, livrando-nos do mal; entretanto, espera encontrar em nós os valores da boa-vontade.
Não ignoramos que o Pai Celestial está sempre conosco, mas, muitas vezes, somos nós que nos afastamos do Nosso Criador.
Para que não venhamos a sucumbir sob os golpes das tentações, indispensável saibamos procurar o bem, cultivando-o sem cessar.
Não há colheita sem plantação.
Certamente, devemos esperar que Deus nos conceda o «muito» de seu amor, mas não olvidemos que é preciso dar alguma coisa do nosso esforço.

Livro: Pai Nosso
Espírito: Meimei
Médium: Francisco Cândido Xavier

IN: http://www.luzdafraternidade.blogspot.com/

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domingo, 30 de março de 2008

Casas Mortas, Casas Vivas

Sua casa é viva ou morta? A pergunta soa estranha, com certeza.
E você logo responderá que casa é algo inanimado.

A casa é feita de pedras, tijolos, madeira, portanto, não tem vida.

Entretanto, casas existem que são mortas. Você as adentra e sente em todos os cômodos a inexistência de vida. Sim, dentro delas habitam pessoas, famílias inteiras.

Mas são aquelas casas em que quase tudo é proibido. Tudo tem que estar tão arrumado, ajeitado, sempre, que não se pode sentar no sofá porque se está arriscando sujar o revestimento novo e caro.

Casas em que o quarto das crianças é impecável. Todos os bichinhos de pelúcia, por ordem de cor e tamanho, repousam nas prateleiras.

Essas casas são frias. Pequenas ou imensas, carecem do calor da descontração, da luz da liberdade e da iluminada possibilidade de dentro delas se respirar, cantar, viver.

Por isso mesmo parecem mortas.

As casas vivas já demonstram, desde o jardim, que nelas existe vibração e alegria.

No gramado, a bola quieta fala da existência de muitos folguedos. A bicicleta, meio deitada, perto da garagem, diz que pernas infantis até há pouco a movimentaram com vigor.

Em todos os cômodos se reflete a vida. No sofá, um ursinho de pelúcia denuncia a presença de um pequenino irrequieto que carrega a sua preciosidade por todos os cantos.

Na saleta, livros, cadernos e lápis dizem dos estudos que se repetem durante horas. O dicionário aberto, um marcador de páginas assinalando uma mensagem preciosa falam de pesquisa e leitura atenciosa.

A cozinha exala a mensagem de que ali, a qualquer momento, pode chegar alguém e se servir de um copo d’água, um café, um pedaço de pão.

Os quartos traduzem a presença dos moradores. Cores alegres nas cortinas, janelas abertas para que o sol entre em abundância.

Os travesseiros um pouco desajeitados deixam notar que as crianças os jogam, vez ou outra, umas contra as outras, em alegres brincadeiras.

Enfim, as casas vivas são aquelas em que as pessoas podem viver com liberdade. O que não quer dizer com desordem.

As casas vivas são aquelas nas quais os seus moradores já descobriram que elas foram feitas para morar, mas sobretudo para se viver.

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O desapego às coisas terrenas inicia nas pequeninas coisas. Se estabelecemos, em nosso lar, rígidas regras de comportamento para que tudo esteja sempre impecável, como se pessoas ali não vivessem, estamos demonstrando que o mais importante são as coisas, não as pessoas.

Manter o asseio, a ordem é correto. Escravizar-se a detalhes, temer por estragos significa exagerado apego a coisas que, em última análise, somente existem em função das pessoas.

Transforme sua casa, pequena, de madeira, uma mansão, num lugar agradável de se retornar, de se viver, de se conviver com a família, os amigos, os amores.

Coloque sinais de vida em todos os aposentos. Disponha flores nas janelas para que quem passe, possa dizer: Esta é uma casa viva. É um lar.