Estranhamos, muitas vezes, na Terra, a multiplicidade dos conflitos emocionais que nos assaltam, de improviso, assinalando deploráveis influências ocultas.
Em muitas circunstâncias, basta leve impulso na direção do bem, para que se manifestem, desesperadas, como a impedir-nos o acesso à Vida Superior.
Na iniciação da mediunidade, surgem, quase sempre, na forma de obsessões marginais, ameaçando-nos as mais belas aspirações, tanto quanto na construção da fé viva, adentro de nosso grupo familiar, aparecem na feição de desentendimento e discórdia, a se expressarem rudes e virulentas naqueles que mais amamos.
Entretanto, no exame do problema, recorramos a quadro simples da natureza.
Toda vez que necessitamos rasgar estradas novas no seio da gleba anônima, duro trabalho de educação do solo se faz imprescindível.
Sobre o chão agressivo e áspero, picareta e trator se mostram necessários, reclamando-se, ainda, o auxilio do pedregulho arestoso na pavimentação do caminho antes que o homem se valha dele na movimentação do progresso.
Utilizamos-nos do símile para considerar que também na abertura de novas rotas do espírito, tarefas sacrificiais se exigem de nós com vistas ao indispensável burilamento e, assim como os engenheiros supervisionam a obra, confiando-a braços rijos, habilitados à remoção do material primitivo e inferior, também os Instrutores Celestes, sem perder-nos, entrega-nos a companheiros mais ou menos semelhantes a nós, que nos desbastam o campo íntimo, através de lutas e sofrimentos até que lhes ofereçamos justo padrão de serviço ao apostolado de luz que se propõem a veicular.
É por isso que, em todos os percalços de nossa edificação para a Vida Eterna, realmente, não podemos dispensar o concurso efetivo da paciência, porque somente por essa virtude singela e renovadora é que poderemos vencer as inibições externas com o necessário triunfo sobre nós mesmos.
(Do livro "Linha Duzentos", EMMANUEL)
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009
DA SOMBRA PARA A LUZ
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quinta-feira, 2 de julho de 2009
Prece de Cipriana
Prece de Cipriana
Senhor Jesus,
Permanente inspiração de nossos caminhos,
Abre-nos, por misericórdia,
Como sempre,
As portas excelsas
De tua providência incomensurável...
Doador da vida,
Acorda-nos a consciência
Para semearmos ressurreição
Nos vales sombrios da morte;
Distribuidor do Sumo bem,
Ajuda-nos a combater o mal
Com as armas do espírito;
Príncipe da Paz,
Não nos deixes indiferentes
À discórdia
Que vergasta o coração
De nossos companheiros sofredores;
Mestre da Sabedoria,
Afugenta para longe de nós
A sensação de cansaço
À frente dos serviços
Que devemos prestar
Aos nossos irmãos ignorantes;
Emissário do Amor Divino,
Não nos concedas paz
Enquanto não vencermos
Os monstros da guerra e do ódio,
Cooperando contigo,
Em tua augusta obra terrestre;
Pastor da Luz Imortal,
Fortalece-nos,
Para que nunca nos intimidemos
Perante as angústias e desesperos das trevas;
Distribuidor da Riqueza Infinita,
Supre-nos as mãos
Com teus recursos ilimitados,
Para que sejamos úteis
A todos os seres do caminho,
Que ainda se sentem minguados
De teus dons imperecíveis;
Embaixador Angélico,
Não nos abandones ao desejo
De repousar indebitamente,
E converte-nos
Em teus servidores humildes,
Onde estivermos;
Mensageiro da Boa Nova,
Não permitas
Que nossos ouvidos adormeçam
Ao coro dos soluços
Dos que clamam por socorro
Nos círculos do sofrimento;
Companheiro da Eternidade,
Abençoa-nos as responsabilidades e deveres;
Não nos relegues à imperfeição
De que ainda somos portadores!
Dá-nos, amado Jesus, o favor de servir-te
E que o Supremo Senhor do Universo Te glorifique
Para sempre.
Assim Seja!...
Fonte: Informativo Espírita - Agosto de 2000
Autor Espititual: André Luiz
Psicografada por: Médium: Francisco Cândido Xavier
Senhor Jesus,
Permanente inspiração de nossos caminhos,
Abre-nos, por misericórdia,
Como sempre,
As portas excelsas
De tua providência incomensurável...
Doador da vida,
Acorda-nos a consciência
Para semearmos ressurreição
Nos vales sombrios da morte;
Distribuidor do Sumo bem,
Ajuda-nos a combater o mal
Com as armas do espírito;
Príncipe da Paz,
Não nos deixes indiferentes
À discórdia
Que vergasta o coração
De nossos companheiros sofredores;
Mestre da Sabedoria,
Afugenta para longe de nós
A sensação de cansaço
À frente dos serviços
Que devemos prestar
Aos nossos irmãos ignorantes;
Emissário do Amor Divino,
Não nos concedas paz
Enquanto não vencermos
Os monstros da guerra e do ódio,
Cooperando contigo,
Em tua augusta obra terrestre;
Pastor da Luz Imortal,
Fortalece-nos,
Para que nunca nos intimidemos
Perante as angústias e desesperos das trevas;
Distribuidor da Riqueza Infinita,
Supre-nos as mãos
Com teus recursos ilimitados,
Para que sejamos úteis
A todos os seres do caminho,
Que ainda se sentem minguados
De teus dons imperecíveis;
Embaixador Angélico,
Não nos abandones ao desejo
De repousar indebitamente,
E converte-nos
Em teus servidores humildes,
Onde estivermos;
Mensageiro da Boa Nova,
Não permitas
Que nossos ouvidos adormeçam
Ao coro dos soluços
Dos que clamam por socorro
Nos círculos do sofrimento;
Companheiro da Eternidade,
Abençoa-nos as responsabilidades e deveres;
Não nos relegues à imperfeição
De que ainda somos portadores!
Dá-nos, amado Jesus, o favor de servir-te
E que o Supremo Senhor do Universo Te glorifique
Para sempre.
Assim Seja!...
Fonte: Informativo Espírita - Agosto de 2000
Autor Espititual: André Luiz
Psicografada por: Médium: Francisco Cândido Xavier
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sexta-feira, 29 de maio de 2009
Amigo Ingrato
AMIGO INGRATO
Causa-te surpresa o facto de ser o teu acusador de agora, o amigo aturdido de ontem, que um dia te pediu abrigo ao coração gentil e ora não te concede ensejo, sequer, para esclarecimentos.
Despertas, espantado, ante a relação de impiedosas queixas que guardava de ti, ele que recebeu, dos teus lábios e da tua paciência, as excelentes lições de bondade e de sabedoria, com as quais cresceu emocional e culturalmente.
Percebes, acabrunhado, que as tuas palavras foram, pelo teu amigo, transformadas em relhos com os quais, neste momento, te rasga as carnes da alma, ele, que sempre se refugiou no teu conforto moral.
Reprova-te a conduta, o companheiro que recebeste com carinho, sustentando-lhe a fragilidade e contornando as suas reações de temperamento agressivo.
Tornou-se, de um para outro momento, dono da verdade e chama-te mentiroso.
Ofereceste-lhe licor estimulante e recebes vinagre de volta.
Doaste-lhe coragem para a luta, e retribui-te com o desânimo para que fracasses.
Ele pretende as estrelas e empurra-te para o pântano.
Repleta-se de amor e descarrega bílis na tua memória, ameaçando-te sem palavras.
Não te desalentes! O mundo é impermanente.
O afecto de hoje torna-se o adversário de amanhã.
As mãos que perfumas e beijas, serão, talvez, as que te esbofetearão, carregadas de urze.
Há mais crucificadores do que solidários na via de redenção.
Esquecem-se, os homens, do bem recebido, transformando-se em cobradores cruéis, sem possuírem qualquer crédito.
Talvez o teu amigo te inveje a paz, a irrestrita confiança em Deus, e, por isto, quer perturbar-te.
Persevera, tranquilo! Ele e isto, esta provação, passarão logo, menos o que és, o que faças.
Se erraste, e ele te azorraga, alegra-te, e resgata o teu equívoco.
Se estás inocente, credita-lhe as tuas dores atuais, que te aprimoram e te aproximam de Deus.
Não lhe guardes rancor.
Recorda que foi um amigo, quem traiu e acusou Jesus; outro amigo negou-O, três vezes consecutivas, e os demais amigos fugiram dEle.
Quase todos O abandonaram e O censuraram, tributando-Lhe a responsabilidade pelo medo e pelas dores que passaram a experimentar.
Todavia, Ele não os censurou, não os abandonou e voltou a buscá-los, inspirá-los e conduzi-los de volta ao reino de Deus, por amá-los em demasia.
Assim, não te permitas afligir, nem perturbar pelas acusações do teu amigo, que está enfermo e não sabe, porque a ingratidão, a impiedade e a indiferença são psicopatologias muito graves no organismo social e humano da Terra dos nossos dias.
FONTE: LIVRO: Momentos de Felicidade
Autor Espiritual : Joanna de Ângelis
Psicografada por: Divaldo Pereira Franco
Causa-te surpresa o facto de ser o teu acusador de agora, o amigo aturdido de ontem, que um dia te pediu abrigo ao coração gentil e ora não te concede ensejo, sequer, para esclarecimentos.
Despertas, espantado, ante a relação de impiedosas queixas que guardava de ti, ele que recebeu, dos teus lábios e da tua paciência, as excelentes lições de bondade e de sabedoria, com as quais cresceu emocional e culturalmente.
Percebes, acabrunhado, que as tuas palavras foram, pelo teu amigo, transformadas em relhos com os quais, neste momento, te rasga as carnes da alma, ele, que sempre se refugiou no teu conforto moral.
Reprova-te a conduta, o companheiro que recebeste com carinho, sustentando-lhe a fragilidade e contornando as suas reações de temperamento agressivo.
Tornou-se, de um para outro momento, dono da verdade e chama-te mentiroso.
Ofereceste-lhe licor estimulante e recebes vinagre de volta.
Doaste-lhe coragem para a luta, e retribui-te com o desânimo para que fracasses.
Ele pretende as estrelas e empurra-te para o pântano.
Repleta-se de amor e descarrega bílis na tua memória, ameaçando-te sem palavras.
Não te desalentes! O mundo é impermanente.
O afecto de hoje torna-se o adversário de amanhã.
As mãos que perfumas e beijas, serão, talvez, as que te esbofetearão, carregadas de urze.
Há mais crucificadores do que solidários na via de redenção.
Esquecem-se, os homens, do bem recebido, transformando-se em cobradores cruéis, sem possuírem qualquer crédito.
Talvez o teu amigo te inveje a paz, a irrestrita confiança em Deus, e, por isto, quer perturbar-te.
Persevera, tranquilo! Ele e isto, esta provação, passarão logo, menos o que és, o que faças.
Se erraste, e ele te azorraga, alegra-te, e resgata o teu equívoco.
Se estás inocente, credita-lhe as tuas dores atuais, que te aprimoram e te aproximam de Deus.
Não lhe guardes rancor.
Recorda que foi um amigo, quem traiu e acusou Jesus; outro amigo negou-O, três vezes consecutivas, e os demais amigos fugiram dEle.
Quase todos O abandonaram e O censuraram, tributando-Lhe a responsabilidade pelo medo e pelas dores que passaram a experimentar.
Todavia, Ele não os censurou, não os abandonou e voltou a buscá-los, inspirá-los e conduzi-los de volta ao reino de Deus, por amá-los em demasia.
Assim, não te permitas afligir, nem perturbar pelas acusações do teu amigo, que está enfermo e não sabe, porque a ingratidão, a impiedade e a indiferença são psicopatologias muito graves no organismo social e humano da Terra dos nossos dias.
FONTE: LIVRO: Momentos de Felicidade
Autor Espiritual : Joanna de Ângelis
Psicografada por: Divaldo Pereira Franco
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segunda-feira, 6 de abril de 2009
Humildade de Coração
Humildade de Coração
“Bem-aventurados os pobres de espírito”: - proclamou o Senhor.
Nesse passo, porém, não vemos Jesus contra os tesouros culturais da Humanidade, mas, sim, exaltando a humildade de coração.
O mestre recordava-nos, no capítulo das bem-aventuranças, que é preciso trazer a mente descerrada à luz da vida para que a sabedoria e o amor encontrem seguro aconchego em nossa alma.
Hoje, como antigamente, somos defrontados, em toda parte, pelas escrituras encarceradas nos museus acadêmicos, cristalizadas nos preconceitos ruinosos, mumificadas em pontos de vista que lhes sombreiam a visão e algemadas a inutilidade do raciocínio ou do sentimento, engrossando as extensas fileiras da opressão.
Imprescindível clarear o pensamento, diante da natureza, e aceitar a extrema insignificância em que ainda agitamos, perante o Universo.
Jesus induzia-nos a esquecer a paralisia mental, em que, muitas vezes, nos comprazemos, inclinando-nos à adoção da simplicidade por norma de ascensão espiritual.
Esvaziemos o coração de todos os defeitos e de todos os fantasmas que experiências inferiores nos impuseram na peregrinação que nos trouxe ao presente.
Cada dia é nova revelação do Senhor para existência.
Cada companheiro da estrada é campo vivo a que podemos arrojar as sementes abençoadas da renovação.
Cada dor é uma benção para os que prosseguem acordados no conhecimento edificante.
Cada hora na marcha pode converter-se em plantação de beleza e alegria, se caminhamos obedecendo aos imperativos do trabalho constante no Infinito Bem.
Toda ciência do mundo, confrontada à sabedoria que nos espera, é menos que o ribeiro singelo ante o corpo ciclópico do oceano.
Toda riqueza dos homens perante a herança de luz que o Pai Celestial nos reserva, é minúsculo grão de pó na química planetária.
Sejamos simples e espontâneos, na senda em que a atualidade nos situa, aprendendo com a vida e doando à vida o melhor que pudermos, para que, em nos candidatando à láurea dos bem-aventurados, possamos ser realmente discípulos felizes daquele Amigo Eterno que nos recomendou:
-“Aprendei de mim que sou humilde de coração.”
FONTE: Livro "Refúgio"
Autor Espiritual : Emmanuel
Psicografada por: Francisco Cândido Xavier
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SITE : http://sendadeluz.no.sapo.pt
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“Bem-aventurados os pobres de espírito”: - proclamou o Senhor.
Nesse passo, porém, não vemos Jesus contra os tesouros culturais da Humanidade, mas, sim, exaltando a humildade de coração.
O mestre recordava-nos, no capítulo das bem-aventuranças, que é preciso trazer a mente descerrada à luz da vida para que a sabedoria e o amor encontrem seguro aconchego em nossa alma.
Hoje, como antigamente, somos defrontados, em toda parte, pelas escrituras encarceradas nos museus acadêmicos, cristalizadas nos preconceitos ruinosos, mumificadas em pontos de vista que lhes sombreiam a visão e algemadas a inutilidade do raciocínio ou do sentimento, engrossando as extensas fileiras da opressão.
Imprescindível clarear o pensamento, diante da natureza, e aceitar a extrema insignificância em que ainda agitamos, perante o Universo.
Jesus induzia-nos a esquecer a paralisia mental, em que, muitas vezes, nos comprazemos, inclinando-nos à adoção da simplicidade por norma de ascensão espiritual.
Esvaziemos o coração de todos os defeitos e de todos os fantasmas que experiências inferiores nos impuseram na peregrinação que nos trouxe ao presente.
Cada dia é nova revelação do Senhor para existência.
Cada companheiro da estrada é campo vivo a que podemos arrojar as sementes abençoadas da renovação.
Cada dor é uma benção para os que prosseguem acordados no conhecimento edificante.
Cada hora na marcha pode converter-se em plantação de beleza e alegria, se caminhamos obedecendo aos imperativos do trabalho constante no Infinito Bem.
Toda ciência do mundo, confrontada à sabedoria que nos espera, é menos que o ribeiro singelo ante o corpo ciclópico do oceano.
Toda riqueza dos homens perante a herança de luz que o Pai Celestial nos reserva, é minúsculo grão de pó na química planetária.
Sejamos simples e espontâneos, na senda em que a atualidade nos situa, aprendendo com a vida e doando à vida o melhor que pudermos, para que, em nos candidatando à láurea dos bem-aventurados, possamos ser realmente discípulos felizes daquele Amigo Eterno que nos recomendou:
-“Aprendei de mim que sou humilde de coração.”
FONTE: Livro "Refúgio"
Autor Espiritual : Emmanuel
Psicografada por: Francisco Cândido Xavier
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SITE : http://sendadeluz.no.sapo.pt
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quarta-feira, 1 de outubro de 2008
AUXÍLIO MÚTUO
O galardão das boas obras é tê-las feito. Por isso, não pode haver melhor prêmio."
Sêneca
--------------------------------------------
Auxílio Mútuo
Em zona montanhosa, através de região deserta, caminhavam dois velhos amigos,
ambos enfermos, cada qual a defender-se quanto possível contra os golpes do ar
gelado, quando foram surpreendidos por uma criança semi-morta na estrada, ao
sabor da ventania de inverno.
Um deles fixou o singular achado e exclamou, irritadiço: Não perderei tempo!
A hora exige cuidado para comigo mesmo. Sigamos à frente.
O outro, porém, mais piedoso, considerou: Amigo, salvemos o pequenino.
É nosso irmão em humanidade.
Não posso - disse o companheiro endurecido. Sinto-me cansado e doente.
Este desconhecido seria um peso insuportável. Temos frio e tempestade.
Precisamos chegar a aldeia próxima sem perda de minutos. E avançou para
adiante em largas passadas.
O viajor de bom sentimento, contudo, inclinou-se para o menino estendido,
demorou-se alguns minutos colando-o paternalmente ao próprio peito,
e aconchegando-o ainda mais, marchou adiante, embora menos rápido.
A chuva gelada caiu metódica pela noite adentro, mas ele, amparando
o valioso fardo, depois de muito tempo, atingiu a hospedaria do povoado
que buscava.
Com enorme surpresa, porém, não encontrou aí o colega que havia seguido
na frente.
Somente no dia imediato, depois de minuciosa procura, foi o infeliz viajante
encontrado sem vida numa vala do caminho alagado.
Seguindo a pressa e a sós, com a idéia egoísta de preservar-se, não resistiu
a onda de frio que se fizera violenta, e tombou encharcado, sem recursos com
que pudesse fazer face ao congelamento.
Enquanto que o companheiro, recebendo em troca o suave calor da criança
que sustentava junto do próprio coração, superou os obstáculos da noite frígida,
salvando-se de semelhante desastre.
Descobrira a sublimidade do auxílio mútuo. Ajudando o menino abandonado,
ajudara a si mesmo.
Avançando com sacrifício para ser útil a outrem, conseguira triunfar dos percalços
do caminho, alcançando as bênçãos da salvação recíproca.
.....................................
As mais eloqüentes e exatas testemunhas de um homem perante o Pai Supremo
são as suas próprias obras.
Aqueles que amparamos constituem nosso sustentáculo.
O coração que amparamos constitui-se agora ou mais tarde, em recurso a nosso
favor.
Ninguém duvide!
Um homem sozinho é simplesmente um adorno vivo da solidão, mas aquele que
coopera em benefício do próximo é credor do auxílio comum.
Ajudando, seremos ajudados. Dando, receberemos.
Esta é a Lei Divina.
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no livro "Jesus no Lar",
cap. Auxílio mútuo.
<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<
Sêneca
--------------------------------------------
Auxílio Mútuo
Em zona montanhosa, através de região deserta, caminhavam dois velhos amigos,
ambos enfermos, cada qual a defender-se quanto possível contra os golpes do ar
gelado, quando foram surpreendidos por uma criança semi-morta na estrada, ao
sabor da ventania de inverno.
Um deles fixou o singular achado e exclamou, irritadiço: Não perderei tempo!
A hora exige cuidado para comigo mesmo. Sigamos à frente.
O outro, porém, mais piedoso, considerou: Amigo, salvemos o pequenino.
É nosso irmão em humanidade.
Não posso - disse o companheiro endurecido. Sinto-me cansado e doente.
Este desconhecido seria um peso insuportável. Temos frio e tempestade.
Precisamos chegar a aldeia próxima sem perda de minutos. E avançou para
adiante em largas passadas.
O viajor de bom sentimento, contudo, inclinou-se para o menino estendido,
demorou-se alguns minutos colando-o paternalmente ao próprio peito,
e aconchegando-o ainda mais, marchou adiante, embora menos rápido.
A chuva gelada caiu metódica pela noite adentro, mas ele, amparando
o valioso fardo, depois de muito tempo, atingiu a hospedaria do povoado
que buscava.
Com enorme surpresa, porém, não encontrou aí o colega que havia seguido
na frente.
Somente no dia imediato, depois de minuciosa procura, foi o infeliz viajante
encontrado sem vida numa vala do caminho alagado.
Seguindo a pressa e a sós, com a idéia egoísta de preservar-se, não resistiu
a onda de frio que se fizera violenta, e tombou encharcado, sem recursos com
que pudesse fazer face ao congelamento.
Enquanto que o companheiro, recebendo em troca o suave calor da criança
que sustentava junto do próprio coração, superou os obstáculos da noite frígida,
salvando-se de semelhante desastre.
Descobrira a sublimidade do auxílio mútuo. Ajudando o menino abandonado,
ajudara a si mesmo.
Avançando com sacrifício para ser útil a outrem, conseguira triunfar dos percalços
do caminho, alcançando as bênçãos da salvação recíproca.
.....................................
As mais eloqüentes e exatas testemunhas de um homem perante o Pai Supremo
são as suas próprias obras.
Aqueles que amparamos constituem nosso sustentáculo.
O coração que amparamos constitui-se agora ou mais tarde, em recurso a nosso
favor.
Ninguém duvide!
Um homem sozinho é simplesmente um adorno vivo da solidão, mas aquele que
coopera em benefício do próximo é credor do auxílio comum.
Ajudando, seremos ajudados. Dando, receberemos.
Esta é a Lei Divina.
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no livro "Jesus no Lar",
cap. Auxílio mútuo.
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domingo, 24 de agosto de 2008
PODER da FÉ
Poder da Fé
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1 – E depois que veio para onde estava a gente, chegou a ele um homem que, posto de joelhos, lhe dizia: Senhor, tem compaixão de meu filho, que é lunático e padece muito; porque muitas vezes cai no fogo, e muitas na água. E tenho-o apresentado a teus discípulos, e eles o não puderam curar. E respondendo Jesus, disse: Ó geração incrédula e perversa, até quando hei de estar convosco, até quando vos hei de sofrer? Trazei-mo cá. E Jesus o abençoou, e saiu dele o demônio, e desde àquela hora ficou o moço curado. Então se chegarão os discípulos a Jesus em particular e lhe disseram: Por que não pudemos nós lançá-lo fora? Jesus lhes disse: Por causa da vossa pouca fé. Porque na verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar, e nada vos será impossível. (Mateus, XVII: 14-19).
2 – É certo que, no bom sentido, a confiança nas próprias forças torna-nos capazes de realizar coisas materiais que não podemos fazer quando duvidamos de nós mesmos. Mas, então, é somente no seu sentido moral que devemos entender estas palavras. As montanhas que a fé transporta são as dificuldades, as resistências, a má vontade, em uma palavra, que encontramos entre os homens, mesmo quando se trata das melhores coisas. Os preconceitos da rotina, o interesse material, o egoísmo, a cegueira do fanatismo, as paixões orgulhosas, são outras tantas montanhas que atravancam o caminho dos que trabalham para o progresso da humanidade. A fé robusta confere a perseverança, a energia e os recursos necessários para a vitória sobre os obstáculos, tanto nas pequenas quanto nas grandes coisas. A fé vacilante produz a incerteza, a hesitação, de que se aproveitam os adversários que devemos combater; ela nem sequer procura os meios de vencer, porque não crê na possibilidade de vitória.
3 – Noutra acepção, considera-se fé a confiança que se deposita na realização de determinada coisa, a certeza de atingir um objetivo. Nesse caso, ela confere uma espécie de lucidez, que faz antever pelo pensamento os fins que se têm em vista e os meios de atingi-los, de maneira que aquele que a possui avança, por assim dizer, infalivelmente. Num e outro caso, ela pode fazer que se realizem grandes coisas
A fé e verdadeira é sempre calma. Confere a paciência que sabe esperar, porque estando apoiada na inteligência e na compreensão das coisas, tem a certeza de chegar ao fim. A fé insegura sente a sua própria fraqueza, e quando estimulada pelo interesse torna-se furiosa e acredita poder suprir a força com a violência. A calma na luta é sempre um sinal de força e de confiança, enquanto a violência, pelo contrário, é prova de fraqueza e de falta de confiança em si mesmo.
4 – Necessário guardar-se de confundir a fé com a presunção. A verdadeira fé se alia à humildade. Aquele que a possui deposita a sua confiança em Deus, mais do quem em si mesmo, pois sabe que, simples instrumento da vontade de Deus, nada pode sem Ele. E por isso que os Bons Espíritos vêm em seu auxílio. A presunção é menos fé do que orgulho, e o orgulho é sempre castigado cedo ou tarde, pela decepção e os malogros que lhes são infligidos.
5 – O poder da fé tem aplicação direta e especial na ação magnética. Graças a ela, o homem age sobre o fluído, agente universal, modifica-lhe a qualidade e lhe dá impulso por assim dizer irresistível. Eis porque aquele que alia, a um grande poder fluídico normal, uma fé ardente, pode operar, unicamente pela sua vontade dirigida para o bem, esses estranhos fenômenos de cura e de outra natureza, que antigamente eram considerados prodígios, e que entretanto não passam de conseqüências de uma lei natural. Essa a razão porque Jesus disse aos seus apóstolos: Se não conseguistes curar, foi por causa de vossa pouca fé.
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1 – E depois que veio para onde estava a gente, chegou a ele um homem que, posto de joelhos, lhe dizia: Senhor, tem compaixão de meu filho, que é lunático e padece muito; porque muitas vezes cai no fogo, e muitas na água. E tenho-o apresentado a teus discípulos, e eles o não puderam curar. E respondendo Jesus, disse: Ó geração incrédula e perversa, até quando hei de estar convosco, até quando vos hei de sofrer? Trazei-mo cá. E Jesus o abençoou, e saiu dele o demônio, e desde àquela hora ficou o moço curado. Então se chegarão os discípulos a Jesus em particular e lhe disseram: Por que não pudemos nós lançá-lo fora? Jesus lhes disse: Por causa da vossa pouca fé. Porque na verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar, e nada vos será impossível. (Mateus, XVII: 14-19).
2 – É certo que, no bom sentido, a confiança nas próprias forças torna-nos capazes de realizar coisas materiais que não podemos fazer quando duvidamos de nós mesmos. Mas, então, é somente no seu sentido moral que devemos entender estas palavras. As montanhas que a fé transporta são as dificuldades, as resistências, a má vontade, em uma palavra, que encontramos entre os homens, mesmo quando se trata das melhores coisas. Os preconceitos da rotina, o interesse material, o egoísmo, a cegueira do fanatismo, as paixões orgulhosas, são outras tantas montanhas que atravancam o caminho dos que trabalham para o progresso da humanidade. A fé robusta confere a perseverança, a energia e os recursos necessários para a vitória sobre os obstáculos, tanto nas pequenas quanto nas grandes coisas. A fé vacilante produz a incerteza, a hesitação, de que se aproveitam os adversários que devemos combater; ela nem sequer procura os meios de vencer, porque não crê na possibilidade de vitória.
3 – Noutra acepção, considera-se fé a confiança que se deposita na realização de determinada coisa, a certeza de atingir um objetivo. Nesse caso, ela confere uma espécie de lucidez, que faz antever pelo pensamento os fins que se têm em vista e os meios de atingi-los, de maneira que aquele que a possui avança, por assim dizer, infalivelmente. Num e outro caso, ela pode fazer que se realizem grandes coisas
A fé e verdadeira é sempre calma. Confere a paciência que sabe esperar, porque estando apoiada na inteligência e na compreensão das coisas, tem a certeza de chegar ao fim. A fé insegura sente a sua própria fraqueza, e quando estimulada pelo interesse torna-se furiosa e acredita poder suprir a força com a violência. A calma na luta é sempre um sinal de força e de confiança, enquanto a violência, pelo contrário, é prova de fraqueza e de falta de confiança em si mesmo.
4 – Necessário guardar-se de confundir a fé com a presunção. A verdadeira fé se alia à humildade. Aquele que a possui deposita a sua confiança em Deus, mais do quem em si mesmo, pois sabe que, simples instrumento da vontade de Deus, nada pode sem Ele. E por isso que os Bons Espíritos vêm em seu auxílio. A presunção é menos fé do que orgulho, e o orgulho é sempre castigado cedo ou tarde, pela decepção e os malogros que lhes são infligidos.
5 – O poder da fé tem aplicação direta e especial na ação magnética. Graças a ela, o homem age sobre o fluído, agente universal, modifica-lhe a qualidade e lhe dá impulso por assim dizer irresistível. Eis porque aquele que alia, a um grande poder fluídico normal, uma fé ardente, pode operar, unicamente pela sua vontade dirigida para o bem, esses estranhos fenômenos de cura e de outra natureza, que antigamente eram considerados prodígios, e que entretanto não passam de conseqüências de uma lei natural. Essa a razão porque Jesus disse aos seus apóstolos: Se não conseguistes curar, foi por causa de vossa pouca fé.
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segunda-feira, 17 de março de 2008
PÁSCOA FELIZ!...
PÁSCOA quer dizer PASSAGEM,
votos de que seja TRANSFORMAÇÃO INTERIOR.
PÁSCOA FELIZ para todos.
SENDA de LUZ * Mensagens, Preces e Ajuda sempre

votos de que seja TRANSFORMAÇÃO INTERIOR.
PÁSCOA FELIZ para todos.
SENDA de LUZ * Mensagens, Preces e Ajuda sempre

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
O R A Ç Ã O
Quando ora, a alma, à semelhança de um botão fechado que sob o cálido auxílio do Sol se abre para a vida, também se descerra, desdobrando os valiosos recursos latentes, numa explosão de beleza e de realização.
A oração é luz que estabelece um hífen de poderosa união entre a alma que se abebera e a Fonte Inexaurível que a dessedenta.
Orando, a criatura ascende a Deus. Banha-se de paz, impregna-se de confiança, renova-se sob as blandícias das vibrações superiores, ala-se, fugindo às algemas em que jaz prisioneira, no vale escuro das torpes limitações.
Murmurando a sonata oracional, a alma se converte num receptáculo precioso que os sublimes ouvidos registram e as santas possibilidades repletam.
Respondendo à oração o Onipotente inspira, beneficiando o suplicante e o acalmando com a antevisão do porvir radioso.
Principia-se a oração num solilóquio da alma em dor, em gratidão, em amor, pedindo, louvando ou agradecendo.
Prossegue-se a oração num diálogo, em que as emoções espocam em ansiedades, em festas ou êxtase, e as forças cósmicas respondem em forma de reconforto, esperança ou felicidade feitos de interlúdios de inefável bem-estar. Ora e abre a boca da alma, esvaziando-te o eu, a fim de que o Senhor da vida te preencha de plenitude.
Oração é vida. Frui-a.
Fonte: LIVRO: Heranças de Amor- De "A prece segundo os Espíritos" (Diversos Espíritos)
Autor Espititual: EROS
Psicografada por: Médium: Divaldo P.Franco
A oração é luz que estabelece um hífen de poderosa união entre a alma que se abebera e a Fonte Inexaurível que a dessedenta.
Orando, a criatura ascende a Deus. Banha-se de paz, impregna-se de confiança, renova-se sob as blandícias das vibrações superiores, ala-se, fugindo às algemas em que jaz prisioneira, no vale escuro das torpes limitações.
Murmurando a sonata oracional, a alma se converte num receptáculo precioso que os sublimes ouvidos registram e as santas possibilidades repletam.
Respondendo à oração o Onipotente inspira, beneficiando o suplicante e o acalmando com a antevisão do porvir radioso.
Principia-se a oração num solilóquio da alma em dor, em gratidão, em amor, pedindo, louvando ou agradecendo.
Prossegue-se a oração num diálogo, em que as emoções espocam em ansiedades, em festas ou êxtase, e as forças cósmicas respondem em forma de reconforto, esperança ou felicidade feitos de interlúdios de inefável bem-estar. Ora e abre a boca da alma, esvaziando-te o eu, a fim de que o Senhor da vida te preencha de plenitude.
Oração é vida. Frui-a.
Fonte: LIVRO: Heranças de Amor- De "A prece segundo os Espíritos" (Diversos Espíritos)
Autor Espititual: EROS
Psicografada por: Médium: Divaldo P.Franco
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Oração Diante do Tempo

Senhor Jesus!
Diante do calendário que se renova, deixa que nos ajoelhemos
para implorar-te compaixão.
Tu que eras antes que fôssemos, que nos tutelastes, em nome do
Criador, na noite insondável das origens, não desvies de nós Teu
olhar, para que não venhamos a perder o adubo do sangue e das
lágrimas, oriundos das civilizações que morreram sob o guante
da violência!...
Determinaste que o Tempo, à feição de ministro silencioso de tua
justiça, nos seguisse todos os passos...
E, com os séculos, carregamos o pedregulho da ilusão, dele
extraindo o ouro da experiência.
Do berço para o túmulo e do túmulo para o berço, temos sido
senhores e escravos, ricos e pobres, fidalgos e plebeus.
Entretanto, em todas as posições, temos vivido em fuga constante
da verdade, à caça de triunfo e dominação para o nosso velho
egoísmo.
Na governança, nutríamos a vaidade e a miséria.
Na subalternidade, alentávamos o desespero e a insubmissão.
Na fortuna, éramos orgulhosos e inúteis.
Na carência, vivíamos intemperantes e despeitados.
Administrando, alongávamos o crime.
Obedecendo, atendíamos à vingança.
Resistíamos a todos os teus apelos, em tenebrosos labirintos de
opressão e delinquência, quando vieste ensinar-nos o caminho
libertador.
Não Te limitaste a crer na glória do Pai Celeste.
Estendeste-Lhe a incomparável bondade.
Não te circunscreveste à fé que renova.
Abraçaste o amor que redime.
Não te detiveste entre os eleitos da virtude.
Comungaste o ambiente das vítimas do mal, para reconduzi-las
ao bem.
Não te ilhaste na oração pura e simples.
Ofertaste mãos amigas às necessidades alheias.
Não te isolaste, junto à dignidade venerável de Salomé,
a venturosa mãe dos filhos de Zebedeu.
Acolheste a Madalena, possuída de sete génios sombrios.
Não consideraste tão-somente a Bartimeu, o mendigo cego.
Consagraste generosa atenção a Zaqueu, o rico necessitado.
Não apenas aconselhaste a fraternidade aos semelhantes.
Praticaste-a com devotamento e carinho, da intimidade do lar
ao sol meridiano da praça pública.
Não pregaste a doutrina do perdão e da renúncia exclusivamente
para os outros.
Aceitaste a cruz do escárnio e da morte, com abnegação e
humildade, a fim de que aprendessemos a procurar contigo
a divina ressurreição...
Entretanto, ainda hoje, decorridos quase vinte séculos sobre o Teu sacrifício, não temos senão lágrimas de remorso e arrependimento para fecundar o Seara de nossos corações...
Em Teu nome, discípulos infiéis que temos sido, espalhamos
nuvens de discórdia e crueldade nos horizontes de toda a Terra!
É por isso que o Tempo nos encontra hoje tão pobres e
desventurados como ontem, por desleais ao Teu Evangelho de
Redenção.
Não nos deixeis, contudo, órfãos de tua bênção...
No oceano encapelado das provações que merecemos,
a tempestade ruge em pavorosos açoites...
Nosso mundo, Senhor, é uma embarcação que estala aos golpes
rijos do vento.
Entre as convulsões da procela que nos arrasta e o abismo que
nos espreita, clamamos por Teu socorro!
E confiamos em que Te levantarás luminoso e imaculado sobre a
onda móvel e traiçoeira, aplacando a fúria dos elementos e
exclamando para nós, como outrora disseste aos discípulos
aterrados:
– “Homens de pouca fé, porque duvidastes?”.
Fonte: LIVRO: Cartas e Crónicas
Autor Espititual: Irmão X
Psicografada por: Médium: Francisco Cândido Xavier
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