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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

ORAÇÃO à ESTRELA DIVINA

Estrela do Natal,
Que iluminaste a Grande Noite,
Indicando a Manjedoura Sublime,
Torna a resplandecer, por misericórdia,
No céu da consciência dos homens
Pastores dos interesses de Deus,
Na terra maternal.

Dissipa a escuridão da meia noite,
Rasga a visão dos cumes radiosos,
Para que os vales terrestres sejam menos sombrios!

Ordena a teus raios salvadores
Que revelem
Os lares angustiados,
Os corações doridos,
As mansardas sem pão,
Os templos sem fé,
Os campos ao abandono!...

Descortina a senda
Que reconduz ao Mestre da Verdade
E descerra, aos olhos dos novos discípulos,
Os antros do ódio e da separação,
As cavernas do egoísmo,
Os espinheiros do orgulho,
Os venenosos poços da vaidade.

Ocultos em si mesmos,
Para que se libertem de todo o mal
E te ouçam o chamamento bendito e silencioso,
A simplicidade edificante
Que renovará o mundo para a felicidade eterna.

Estrela do Natal,
Não te detenhas sobre as nossas úlceras,
Não nos fixes a miséria multissecular,
Desfaze as sombras espessas
De nossa ignorância viciosa
E arrebata-nos à compreensão
Do Senhor da Vida,
Do Condutor Divino,
Do Príncipe da Paz.

Esclarece-nos a alma conturbada
E Guia-nos, fraterna,
A benção do reinício
Na manjedoura singela
Do bem que rectifica todas as faltas,
Balsamizando feridas,
Santificando esperanças,
A fim de que nos façamos, de novo,
Humildes caminheiros de tua luz
Ao encontro sublime de Jesus_
_ O Cristo vivo, augusto e perenal,
Para o reinado da bondade humana,
Sob a paz verdadeira e soberana
Pelo Amor Imortal!

Fonte: LIVRO: Relicário de Luz (Autores Diversos)
Autor Espititual: EROS
Psicografada por: Médium: Francisco Cândido Xavier

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Oração Diante do Tempo



Senhor Jesus!
Diante do calendário que se renova, deixa que nos ajoelhemos
para implorar-te compaixão.
Tu que eras antes que fôssemos, que nos tutelastes, em nome do
Criador, na noite insondável das origens, não desvies de nós Teu
olhar, para que não venhamos a perder o adubo do sangue e das
lágrimas, oriundos das civilizações que morreram sob o guante
da violência!...

Determinaste que o Tempo, à feição de ministro silencioso de tua
justiça, nos seguisse todos os passos...
E, com os séculos, carregamos o pedregulho da ilusão, dele
extraindo o ouro da experiência.
Do berço para o túmulo e do túmulo para o berço, temos sido
senhores e escravos, ricos e pobres, fidalgos e plebeus.

Entretanto, em todas as posições, temos vivido em fuga constante
da verdade, à caça de triunfo e dominação para o nosso velho
egoísmo.

Na governança, nutríamos a vaidade e a miséria.
Na subalternidade, alentávamos o desespero e a insubmissão.
Na fortuna, éramos orgulhosos e inúteis.
Na carência, vivíamos intemperantes e despeitados.
Administrando, alongávamos o crime.
Obedecendo, atendíamos à vingança.
Resistíamos a todos os teus apelos, em tenebrosos labirintos de
opressão e delinquência, quando vieste ensinar-nos o caminho
libertador.

Não Te limitaste a crer na glória do Pai Celeste.
Estendeste-Lhe a incomparável bondade.

Não te circunscreveste à fé que renova.
Abraçaste o amor que redime.

Não te detiveste entre os eleitos da virtude.
Comungaste o ambiente das vítimas do mal, para reconduzi-las
ao bem.

Não te ilhaste na oração pura e simples.
Ofertaste mãos amigas às necessidades alheias.

Não te isolaste, junto à dignidade venerável de Salomé,
a venturosa mãe dos filhos de Zebedeu.
Acolheste a Madalena, possuída de sete génios sombrios.

Não consideraste tão-somente a Bartimeu, o mendigo cego.
Consagraste generosa atenção a Zaqueu, o rico necessitado.

Não apenas aconselhaste a fraternidade aos semelhantes.
Praticaste-a com devotamento e carinho, da intimidade do lar
ao sol meridiano da praça pública.
Não pregaste a doutrina do perdão e da renúncia exclusivamente
para os outros.
Aceitaste a cruz do escárnio e da morte, com abnegação e
humildade, a fim de que aprendessemos a procurar contigo
a divina ressurreição...

Entretanto, ainda hoje, decorridos quase vinte séculos sobre o Teu sacrifício, não temos senão lágrimas de remorso e arrependimento para fecundar o Seara de nossos corações...

Em Teu nome, discípulos infiéis que temos sido, espalhamos
nuvens de discórdia e crueldade nos horizontes de toda a Terra!
É por isso que o Tempo nos encontra hoje tão pobres e
desventurados como ontem, por desleais ao Teu Evangelho de
Redenção.
Não nos deixeis, contudo, órfãos de tua bênção...
No oceano encapelado das provações que merecemos,
a tempestade ruge em pavorosos açoites...
Nosso mundo, Senhor, é uma embarcação que estala aos golpes
rijos do vento.
Entre as convulsões da procela que nos arrasta e o abismo que
nos espreita, clamamos por Teu socorro!
E confiamos em que Te levantarás luminoso e imaculado sobre a
onda móvel e traiçoeira, aplacando a fúria dos elementos e
exclamando para nós, como outrora disseste aos discípulos
aterrados:
– “Homens de pouca fé, porque duvidastes?”.


Fonte: LIVRO: Cartas e Crónicas
Autor Espititual: Irmão X
Psicografada por: Médium: Francisco Cândido Xavier

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Diante da Manjedoura - PRECE




"Diante da Manjedoura"
P R E C E
Senhor:
Diante da Manjedoura em que nos descerras o coração,
ensina-nos a abrir os braços para receber-Te.

Não nos relegues ao labirinto de nossas ilusões, nem nos abandones
ao luxo de nossos problemas.

Vimos ao Teu encontro, cansados de nossa própria fatuidade.

Sol da Vida, não nos confies às trevas da morte.

Fortalece-nos o bom ânimo.

Reaviva-nos a fé.

Induze-nos à confiança e à boa vontade.

Tu que renunciaste ao Céu em favor da Terra, ajuda-nos a descer,
com o Supremo Bem, para sermos mais úteis!...

Tu que deixaste a companhia dos anjos sábios e generosos,
por amor aos homens ignorantes e infelizes,
auxilia-nos a estender com os irmãos mais necessitados que nós mesmos
o tesouro de luz que nos trazes!...

Defende-nos contra os vermes da vaidade.

Ampara-nos contra as serpes do orgulho.

Conduze-nos ao caminho do trabalho e da humildade.

E, reconhecidos à frente do Teu Berço de Luminosa Esperança,
nós te rogamos, sobretudo, os dons da simplicidade e da Paz,
para que sejamos contigo fiéis a Deus, hoje e sempre.

Assim seja.

Fonte: LIVRO: "Antologia Mediúnica do Natal" (Autores diversos)
Autor Espititual: Emmanuel
Psicografada por: Médium: Francisco Cândido Xavier