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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
PEROLAS de LUZ - Cenyra Pinto
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quarta-feira, 18 de maio de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
REERGUEI-VOS!
Filhos,reerguei-vos da queda em que,inadvertidamente,vos arrojastes.
Não permaneçais estirados no chão do desespero e da inércia, aguardando que mãos anónimas e abnegadas tomem por vós a decisão que vos compete de prosseguir caminhando com os próprios pés.
Levantai-vos e continuai, vacilantes embora.
Reconsiderai a trajectória e acautelai-vos contra possíveis novas quedas.
Mantendo-vos o tempo todo vigilante senão vos descureis um só instante da armadilha traiçoeira de vossas mazelas.
Apoiai-vos nos encargos que vos cabe cumprir, em relação ao próximo, e não vos concedais excessivo tempo nas necessidades pessoais.
Esquecei-vos, quanto puderdes,nas tarefas do bem.
Se magoastes o coração de alguém, não hesiteis em lhe pedir perdão sucessivas vezes, porquanto, se temos a obrigação de perdoar setenta vezes sete a quem nos ofenda, caso sejamos nós os algozes, peçamos às nossas vítimas um perdão ilimitado através de nossas atitudes de regeneração.
A verdade, não vos esqueçais disto, nunca está do lado de quem acusa e fere.
Humilhados por aqueles que vos conheçam os pontos vulneráveis da personalidade, aprendei a contar com a Compaixão Divina que vos ama como sois e não vos aponta o dedo em riste.
Sobre a Terra, a cavaleiro da situação que examina, não há quem possa censurar ninguém ou atirar a primeira pedra.
Por certo, na jornada que cumprimos, muitos tropeços ainda nos esperam, todavia não nos seja isto pretexto para contemporizarmos com o mal ou exercermos excessiva tolerância em causa própria, nos equívocos que perpetramos.
Filhos, que o Senhor vos abençoe e vos fortaleça.
Não olvideis que, se os homens são faltos de misericórdia para com os seus irmãos em Humanidade, Deus não se nega ao perdão a nenhum de seus filhos, mas concede sempre aos que se revelam mais débeis dentre eles a bênção do recomeço no clima da lição.
BEZERRA DE MENEZES
IN: Coragem da Fé
Não permaneçais estirados no chão do desespero e da inércia, aguardando que mãos anónimas e abnegadas tomem por vós a decisão que vos compete de prosseguir caminhando com os próprios pés.
Levantai-vos e continuai, vacilantes embora.
Reconsiderai a trajectória e acautelai-vos contra possíveis novas quedas.
Mantendo-vos o tempo todo vigilante senão vos descureis um só instante da armadilha traiçoeira de vossas mazelas.
Apoiai-vos nos encargos que vos cabe cumprir, em relação ao próximo, e não vos concedais excessivo tempo nas necessidades pessoais.
Esquecei-vos, quanto puderdes,nas tarefas do bem.
Se magoastes o coração de alguém, não hesiteis em lhe pedir perdão sucessivas vezes, porquanto, se temos a obrigação de perdoar setenta vezes sete a quem nos ofenda, caso sejamos nós os algozes, peçamos às nossas vítimas um perdão ilimitado através de nossas atitudes de regeneração.
A verdade, não vos esqueçais disto, nunca está do lado de quem acusa e fere.
Humilhados por aqueles que vos conheçam os pontos vulneráveis da personalidade, aprendei a contar com a Compaixão Divina que vos ama como sois e não vos aponta o dedo em riste.
Sobre a Terra, a cavaleiro da situação que examina, não há quem possa censurar ninguém ou atirar a primeira pedra.
Por certo, na jornada que cumprimos, muitos tropeços ainda nos esperam, todavia não nos seja isto pretexto para contemporizarmos com o mal ou exercermos excessiva tolerância em causa própria, nos equívocos que perpetramos.
Filhos, que o Senhor vos abençoe e vos fortaleça.
Não olvideis que, se os homens são faltos de misericórdia para com os seus irmãos em Humanidade, Deus não se nega ao perdão a nenhum de seus filhos, mas concede sempre aos que se revelam mais débeis dentre eles a bênção do recomeço no clima da lição.
BEZERRA DE MENEZES
IN: Coragem da Fé
terça-feira, 23 de novembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Carlos Bacelli em LX
RESUMO da Visita
Estas foram as notas que eu terei no Domingo,
Espero que para aqueles que não conseguiram ir, vos dê uma pequena ideia do que foi
explicitado por :
Carlos Bacelli na Faculdade de Medicina Dentária 12 de Setembro de 2010.
Kardec Chico Xavier e André Luís Espiritismo é a religião do Livro, diz o Dr. Odilon Fernandes.
É uma doutrina racicionada, progressista, evolucionista.
Tudo é visto à luz da razão e do progresso em geral.
Há medida que vamos ganhando conhecimento vamos recebendo do Mundo Espiritual mais e mais informações sobre a vida de ambos os lados.
Do chamado Mundo Físico e do chamado Mundo Espiritual.
Da Terra também vamos recebendo informação vindas daqueles que são os pensadores, que são irmãos nossos com maiores capacidades de raciocínio, com conhecimentos adquiridos, como seja o Deolindo Amorim, o Herculano Pires o Prof. Humberto Marioti. E muitos outros pensadores e estudiosos.
O Islamismo, o Judaísmo o Budismo são religiões de longa data mas que têm a mesma filosofia, seguem os mesmos ensinamentos desde o inicio. Em nada evoluíram e tal como o Catolicismo levam-nos apenas até à morte. Nada nos ensinam ou explicam sobre a vida após a morte do corpo físico. O que vem depois?
De onde vimos, para onde vamos, o que fazemos aqui e qual a rezão do sofrimento são questões que a todos nos interessa e nenhuma outra filosofia ou religião nos explica estas questões fundamentais.
O Mundo tem progredido em várias vertentes, como seja a nível cientifico e intelectual e as religiões não o têm acompanhado nos seus ensinamentos.
Uma lacuna que tem saído muito cara.
O Materialismo está cada vez mais implantado na Sociedade a cada vez mais está ocupando o espaço das religiões.
A nossa juventude, na sua maioria cada vez menos se ocupa com as questões do Espírito.
Estão muito mais virados para o imediatismo.
As religiões não lhes dão nada, não lhes transmitem nada sobre as questões actuais, fundamentais.
A Doutrina Espirita é uma Doutrina progressista.
Tem as suas bases que Kardec compilou com a falange do Espírito da Verdade devidamente estudadas e comprovadas de várias formas no espaço de 15 anos.
Esses princípios são inalteráveis, são a palavra da Vida Eterna.
No entanto Kardec disse que se alguma vez qualquer coisa que ele tenha escrito fosse provada errado, pela ciência, que deveríamos então seguir a ciência e por de parte o que ele escreveu.
Isto não aconteceu até hoje.
A doutrina tem sim vindo a ser cada vez mais esclarecedora.
Desde Kardec depois com os livros de Chico Xavier que foram ditados pelos Espíritos, pensamos mesmo que sejam até os mesmo que trabalharam com Kardec.
Estes quase 400 livros explicam mais detalhadamente o que Kardec escreveu e levantam alguns véus sobre a vida no Mundo Espiritual como podemos ler nos livros ditados por André Luís.
O Espiritismo tem avançado tanto no campo da filosofia como e também da ciência e até da religiosidade.
Deus é o CRIADOR e todos nós, mesmo Jesus apenas somos co-criadores com Ele.
Cada um na medida do seu adiantamento.
Para podermos sentir a vida espiritual temos de ter os sentidos apropriados e necessários.
Todo o nosso corpo está a perder órgãos e outras funções que já não necessitamos.
Vejamos os dentes. Os caninos já não são afiados. Temos menos molares, o tal dente do ciso já não cresce em muitos seres.
Mas o cérebro, esse cada vez cresce mais, principalmente a parte frontal.
Sabemos que as pessoas mais inteligentes, os sobredotados, usam apenas 10 % do cérebro.
Deus nada cria sem ter uma finalidade por isso os outros 90% para que serão?
Kardec não era reencarnicionista inicialmente.
Foram os Espíritos que a traves da razão o convenceram.
Augusto Ceser Neto escreveu em “Falou e Disse” (GEEM) que todos os nascimento ou reencarnações nunca são iguais.
O Mundo Espiritual não é espirita pois o Espiritismo só existe há pouco mais de 150 anos.
O “Outro Lado” é como aqui.
Há de tudo.
Muitos nascem sem consciência e partem sem consciência.
Quem reencarna com consciência e vive com lucidez irá desencarnar com consciência.
Essa reencarnação irá ser programada sim.
Mas quantos estão nesta facha?
Tudo o que a Doutrina explica, todos os seus princípios básicos já eram conhecidos mas não eram explicados ou desenvolvidos.
O corpo espiritual já se encontra no mineral e como disse Leon Dinis
ele dorme na pedra, agitasse no mineral, manifesta-se no animal e acorda no homem e disse alguém mais que se sublima no Anjo.
Na Historia da Humanidade houve muitos descobridores.
Muitos deles Portugueses que desbravaram os mares.
Todos eles têm estátuas nas várias partes do Mundo.
Allan Kardec desbravou o Mundo Espiritual.
Mas nenhum sábio na Terra saberá dizer onde acaba o Mundo Físico e começa o Mundo Espiritual.
Este é de uma espécie de matéria quintencenciada.
Para um estudo mais abrangente os espíritas devem comparar o Livro dos Espíritos com a Géneses e com as obras do Chico que têm o complemento e o desdobramento que emerge naturalmente da codificação.
Cabral quando descobriu o Brasil pensou que era uma Ilha e chamou-lhe a Ilha da Pascoa.
Allan Kardec levou-nos às praias do Mundo Espiritual.
Ele começou a sua descoberta com 50 anos e levou 15 anos exaustivos para nos deixar o Pentateuco.
O marujo da sua caravela foi André Luís que tal como o marujo de Cabral foi mesmo ao local e verificou que não era apenas uma Ilha mas uma Terra muito fértil com muito para dar no futuro a todos que a quisessem aceitar.
Assim é que André Luís através de Chico nos traz a cidade do Nosso Lar.
Uma cidade Espiritual entre muitas e muitas outras que existem no Mundo Espiritual e onde não são apenas Espíritas que lá se encontram.
O Mundo Normal do homem é o Espiritual.
Foram essas Cidades Espirituais que deram origem aos Mundos físicos.
A vida viaja na luz.
Na Terra vivênciamos um Mundo transitório.
Os Mundos Espirituais sobrevivem a tudo.
São espaços multi universais.
Vejamos a cebola e as suas diversas camadas.
Ela nos dá uma ideia desse Mundo de camadas.
Sabemos que o número 7 está em muita coisa e também são 7 os umbrais.
As várias camadas "pergatoriais" em volta da Terra .
Para explicar melhor o Nosso Lar temos o livro "a Cidade do Além" que nos traz desenhos dessa mesma cidade (ver o livro "Sementeiras de Luz" ,do Neio Lúcio) ela é situada por cima do espaço do Brasil.
A sua autora terrestre foi Hegromina Cunha o autor Espiritual seu mentor, Lúcios que era o Camilo Flamarion noutra vida.
Chico disse que enquanto cá estivermos é de aproveitar bem e fazer tudo que nos compete fazer.
É que no outro lado não iremos resolvemos nada do que ficou cá por resolver.
E ao regressar ao Mundo Espiritual teremos também que nos colocar na fila, para voltar a reencarnar.
Coisa difícil nestas alturas em que a Terra sofre uma diminuição demográfica.
Também existe gravidade no Mundo Espiritual, de acordo com cada plano.
Enquanto na Terra estamos sujeitos à gravidade estamos também encerrados num escafandro, numa penitenciaria de alta segurança que é o nosso corpo físico.
Temos, no entanto a liberdade de pensamento que não tem limites.
Existem portais magnéticos, estradas de luz, buracos de minhocas, como diz a física quântica.
O mar é utilizado pelos espíritos como portal de entrada na Terra.
Os dois planos interagem.
O Dr. Inácio diz que o Mundo Espiritual começa na ponta do nosso nariz.
Nesses mundos extra físico existe uma vida social activa.
André Luís no livro "Libertação", dá-nos a conhecer um dos Mundos Espirituais, das trevas, do passado. Foram essas Cidades Espirituais que deram origem aos Mundos físicos actuais.
A vida viaja na luz. Esta é uma Cidade Gregoriana da Idade Média. A cidade do futuro é que nos é revelada no Nosso Lar, mas a mãe do André Luís vem ainda duma região mais acima, dum futuro ainda mais longínquo.
Jesus iniciou a sua caminhada 4000 anos antes de chegar à Terra.
Ele foi passando pelas várias camadas espirituais até nascer na Terra e nesses locais foi sempre pregando a palavra de Deus, nosso Pai mas de acordo com o entendimento e conhecimento dos habitantes desses locais.
Após a sua morte física, aqui na Terra, e como se diz no credo católico, desceu aos infernos ou seja continuou a reencarnar nos planos ainda mais abaixo.
Para melhor ainda entendermos a cidade Nosso Lar devíamos estudar o livro "Nosso Lar" em conjunto com o "Brasil Coração do Mundo Pátria do Evangelho".
Espírito Puro significa Puro Espírito e é aquele que já não tem mais nada de material mas ainda irá evoluir, pois evoluímos sempre e é essa a nossa finalidade.
Deus é inatingível pois isso o progresso não tem limites.
A Venerando de nosso Lar é a nossa Rainha Santa Isabel.
Ela é a Ministra do Ministério da regeneração.
A melhor maneira de nos livrarmos dos nossos inimigos é perdoar-lhes o mal que nos fizeram.
A violência só deixara de existir quando já não existir o desemprego.
O espírito quanto mais evoluído mais trabalha.
Quem é preguiçoso e dorme muito não evolui.
No Mundo Espiritual quem não trabalha só tem direito ao mínimo necessário.
Mais alguma coisa que queira terá de trabalhar para o obter.
Todo o trabalho recebe "Bónus Hora".
Esse é a moeda de troca no Além.
Para ter um lar é necessário juntar bastantes desses Bónus-Hora.
Para divulgar o Espiritismo basta incorporar o Evangelho
e não é necessário incorporar os espíritos.
POR: Teresa Moreira Mateus (Centro Esp. Casa do Caminho - LX)
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Estas foram as notas que eu terei no Domingo,
Espero que para aqueles que não conseguiram ir, vos dê uma pequena ideia do que foi
explicitado por :
Carlos Bacelli na Faculdade de Medicina Dentária 12 de Setembro de 2010.
Kardec Chico Xavier e André Luís Espiritismo é a religião do Livro, diz o Dr. Odilon Fernandes.
É uma doutrina racicionada, progressista, evolucionista.
Tudo é visto à luz da razão e do progresso em geral.
Há medida que vamos ganhando conhecimento vamos recebendo do Mundo Espiritual mais e mais informações sobre a vida de ambos os lados.
Do chamado Mundo Físico e do chamado Mundo Espiritual.
Da Terra também vamos recebendo informação vindas daqueles que são os pensadores, que são irmãos nossos com maiores capacidades de raciocínio, com conhecimentos adquiridos, como seja o Deolindo Amorim, o Herculano Pires o Prof. Humberto Marioti. E muitos outros pensadores e estudiosos.
O Islamismo, o Judaísmo o Budismo são religiões de longa data mas que têm a mesma filosofia, seguem os mesmos ensinamentos desde o inicio. Em nada evoluíram e tal como o Catolicismo levam-nos apenas até à morte. Nada nos ensinam ou explicam sobre a vida após a morte do corpo físico. O que vem depois?
De onde vimos, para onde vamos, o que fazemos aqui e qual a rezão do sofrimento são questões que a todos nos interessa e nenhuma outra filosofia ou religião nos explica estas questões fundamentais.
O Mundo tem progredido em várias vertentes, como seja a nível cientifico e intelectual e as religiões não o têm acompanhado nos seus ensinamentos.
Uma lacuna que tem saído muito cara.
O Materialismo está cada vez mais implantado na Sociedade a cada vez mais está ocupando o espaço das religiões.
A nossa juventude, na sua maioria cada vez menos se ocupa com as questões do Espírito.
Estão muito mais virados para o imediatismo.
As religiões não lhes dão nada, não lhes transmitem nada sobre as questões actuais, fundamentais.
A Doutrina Espirita é uma Doutrina progressista.
Tem as suas bases que Kardec compilou com a falange do Espírito da Verdade devidamente estudadas e comprovadas de várias formas no espaço de 15 anos.
Esses princípios são inalteráveis, são a palavra da Vida Eterna.
No entanto Kardec disse que se alguma vez qualquer coisa que ele tenha escrito fosse provada errado, pela ciência, que deveríamos então seguir a ciência e por de parte o que ele escreveu.
Isto não aconteceu até hoje.
A doutrina tem sim vindo a ser cada vez mais esclarecedora.
Desde Kardec depois com os livros de Chico Xavier que foram ditados pelos Espíritos, pensamos mesmo que sejam até os mesmo que trabalharam com Kardec.
Estes quase 400 livros explicam mais detalhadamente o que Kardec escreveu e levantam alguns véus sobre a vida no Mundo Espiritual como podemos ler nos livros ditados por André Luís.
O Espiritismo tem avançado tanto no campo da filosofia como e também da ciência e até da religiosidade.
Deus é o CRIADOR e todos nós, mesmo Jesus apenas somos co-criadores com Ele.
Cada um na medida do seu adiantamento.
Para podermos sentir a vida espiritual temos de ter os sentidos apropriados e necessários.
Todo o nosso corpo está a perder órgãos e outras funções que já não necessitamos.
Vejamos os dentes. Os caninos já não são afiados. Temos menos molares, o tal dente do ciso já não cresce em muitos seres.
Mas o cérebro, esse cada vez cresce mais, principalmente a parte frontal.
Sabemos que as pessoas mais inteligentes, os sobredotados, usam apenas 10 % do cérebro.
Deus nada cria sem ter uma finalidade por isso os outros 90% para que serão?
Kardec não era reencarnicionista inicialmente.
Foram os Espíritos que a traves da razão o convenceram.
Augusto Ceser Neto escreveu em “Falou e Disse” (GEEM) que todos os nascimento ou reencarnações nunca são iguais.
O Mundo Espiritual não é espirita pois o Espiritismo só existe há pouco mais de 150 anos.
O “Outro Lado” é como aqui.
Há de tudo.
Muitos nascem sem consciência e partem sem consciência.
Quem reencarna com consciência e vive com lucidez irá desencarnar com consciência.
Essa reencarnação irá ser programada sim.
Mas quantos estão nesta facha?
Tudo o que a Doutrina explica, todos os seus princípios básicos já eram conhecidos mas não eram explicados ou desenvolvidos.
O corpo espiritual já se encontra no mineral e como disse Leon Dinis
ele dorme na pedra, agitasse no mineral, manifesta-se no animal e acorda no homem e disse alguém mais que se sublima no Anjo.
Na Historia da Humanidade houve muitos descobridores.
Muitos deles Portugueses que desbravaram os mares.
Todos eles têm estátuas nas várias partes do Mundo.
Allan Kardec desbravou o Mundo Espiritual.
Mas nenhum sábio na Terra saberá dizer onde acaba o Mundo Físico e começa o Mundo Espiritual.
Este é de uma espécie de matéria quintencenciada.
Para um estudo mais abrangente os espíritas devem comparar o Livro dos Espíritos com a Géneses e com as obras do Chico que têm o complemento e o desdobramento que emerge naturalmente da codificação.
Cabral quando descobriu o Brasil pensou que era uma Ilha e chamou-lhe a Ilha da Pascoa.
Allan Kardec levou-nos às praias do Mundo Espiritual.
Ele começou a sua descoberta com 50 anos e levou 15 anos exaustivos para nos deixar o Pentateuco.
O marujo da sua caravela foi André Luís que tal como o marujo de Cabral foi mesmo ao local e verificou que não era apenas uma Ilha mas uma Terra muito fértil com muito para dar no futuro a todos que a quisessem aceitar.
Assim é que André Luís através de Chico nos traz a cidade do Nosso Lar.
Uma cidade Espiritual entre muitas e muitas outras que existem no Mundo Espiritual e onde não são apenas Espíritas que lá se encontram.
O Mundo Normal do homem é o Espiritual.
Foram essas Cidades Espirituais que deram origem aos Mundos físicos.
A vida viaja na luz.
Na Terra vivênciamos um Mundo transitório.
Os Mundos Espirituais sobrevivem a tudo.
São espaços multi universais.
Vejamos a cebola e as suas diversas camadas.
Ela nos dá uma ideia desse Mundo de camadas.
Sabemos que o número 7 está em muita coisa e também são 7 os umbrais.
As várias camadas "pergatoriais" em volta da Terra .
Para explicar melhor o Nosso Lar temos o livro "a Cidade do Além" que nos traz desenhos dessa mesma cidade (ver o livro "Sementeiras de Luz" ,do Neio Lúcio) ela é situada por cima do espaço do Brasil.
A sua autora terrestre foi Hegromina Cunha o autor Espiritual seu mentor, Lúcios que era o Camilo Flamarion noutra vida.
Chico disse que enquanto cá estivermos é de aproveitar bem e fazer tudo que nos compete fazer.
É que no outro lado não iremos resolvemos nada do que ficou cá por resolver.
E ao regressar ao Mundo Espiritual teremos também que nos colocar na fila, para voltar a reencarnar.
Coisa difícil nestas alturas em que a Terra sofre uma diminuição demográfica.
Também existe gravidade no Mundo Espiritual, de acordo com cada plano.
Enquanto na Terra estamos sujeitos à gravidade estamos também encerrados num escafandro, numa penitenciaria de alta segurança que é o nosso corpo físico.
Temos, no entanto a liberdade de pensamento que não tem limites.
Existem portais magnéticos, estradas de luz, buracos de minhocas, como diz a física quântica.
O mar é utilizado pelos espíritos como portal de entrada na Terra.
Os dois planos interagem.
O Dr. Inácio diz que o Mundo Espiritual começa na ponta do nosso nariz.
Nesses mundos extra físico existe uma vida social activa.
André Luís no livro "Libertação", dá-nos a conhecer um dos Mundos Espirituais, das trevas, do passado. Foram essas Cidades Espirituais que deram origem aos Mundos físicos actuais.
A vida viaja na luz. Esta é uma Cidade Gregoriana da Idade Média. A cidade do futuro é que nos é revelada no Nosso Lar, mas a mãe do André Luís vem ainda duma região mais acima, dum futuro ainda mais longínquo.
Jesus iniciou a sua caminhada 4000 anos antes de chegar à Terra.
Ele foi passando pelas várias camadas espirituais até nascer na Terra e nesses locais foi sempre pregando a palavra de Deus, nosso Pai mas de acordo com o entendimento e conhecimento dos habitantes desses locais.
Após a sua morte física, aqui na Terra, e como se diz no credo católico, desceu aos infernos ou seja continuou a reencarnar nos planos ainda mais abaixo.
Para melhor ainda entendermos a cidade Nosso Lar devíamos estudar o livro "Nosso Lar" em conjunto com o "Brasil Coração do Mundo Pátria do Evangelho".
Espírito Puro significa Puro Espírito e é aquele que já não tem mais nada de material mas ainda irá evoluir, pois evoluímos sempre e é essa a nossa finalidade.
Deus é inatingível pois isso o progresso não tem limites.
A Venerando de nosso Lar é a nossa Rainha Santa Isabel.
Ela é a Ministra do Ministério da regeneração.
A melhor maneira de nos livrarmos dos nossos inimigos é perdoar-lhes o mal que nos fizeram.
A violência só deixara de existir quando já não existir o desemprego.
O espírito quanto mais evoluído mais trabalha.
Quem é preguiçoso e dorme muito não evolui.
No Mundo Espiritual quem não trabalha só tem direito ao mínimo necessário.
Mais alguma coisa que queira terá de trabalhar para o obter.
Todo o trabalho recebe "Bónus Hora".
Esse é a moeda de troca no Além.
Para ter um lar é necessário juntar bastantes desses Bónus-Hora.
Para divulgar o Espiritismo basta incorporar o Evangelho
e não é necessário incorporar os espíritos.
POR: Teresa Moreira Mateus (Centro Esp. Casa do Caminho - LX)
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quarta-feira, 24 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
Lei do Amor
Você sabe definir com exatidão o que é a palavra caridade?
Para muitos, ela significa a ajuda material a quem necessita. Sem dúvida este é o modo de aliviar, mesmo que temporariamente, a fome, a sede, as necessidades básicas de inúmeras criaturas.
Muitos de nós talvez tenhamos despertado para a caridade através da ajuda material, frequentemente doando o que nos é supérfluo. Mas ela não se restringe a isto.
Um dos mais conhecidos dicionários da língua portuguesa define caridade como o amor que move nossa vontade na busca do bem do outro.
Inúmeras obras da Doutrina Espírita nos falam da necessidade de se doar, de coração, a outras pessoas. E essa doação se faz em vários níveis. Há, inclusive uma frase que nos diz: Fora da caridade não há salvação.
Lembremos da parábola do samaritano, que Jesus contou em resposta ao doutor da lei que lhe perguntou quem era o seu próximo.
Um homem fora vítima de assaltantes em uma estrada, e ficara muito ferido, sem sentidos e abandonado. Dois viajantes o viram, mas nada fizeram.
Passava, então, pela estrada, um habitante da região da Samaria, que, por tal razão, era desprezado pelo povo judeu, do qual o homem ferido fazia parte.
O samaritano, ao se deparar com o ferido, interrompeu sua viagem e o atendeu, movido por profunda compaixão. Limpou suas feridas, lhe fez curativos e, colocando-o no lombo de seu animal, o levou a uma hospedaria.
Ali, tratou de cuidar do desconhecido por uma noite. Na manhã seguinte, tendo de seguir viagem, pagou adiantado ao dono da hospedaria para que esse mantivesse o ferido até que se recuperasse.
Fez ainda mais: prometeu que, se houvessem gastos além do que adiantara, ele pagaria quando retornasse ao local. E seguiu viagem.
Ora, esse homem não doou apenas seu dinheiro. Doou seu tempo, atenção, amor. Sabia que não poderia deixar a ajuda para a volta da viagem, ou seria tarde. Não sabia sequer o nome do homem a quem ajudara. Apenas sabia ser seu irmão.
É esta a verdadeira caridade da qual nos fala Jesus. É a forma de autodoação, de anulação do egoísmo, de libertação do próprio ego.
A parábola nos fala da ajuda a um desconhecido, em uma situação extrema. Mas, a mensagem que ela nos traz é muito ampla.
Muitas vezes as pessoas que precisam de nossa caridade estão muito próximas de nós, por vezes em nosso próprio convívio familiar.
O filho com problemas de aprendizado e que precisa tanto de toda a nossa atenção; o irmão que não segue o caminho do bem e que anseia por nosso amparo e perdão para retornar ao seio da família.
O pai com dificuldades materiais que necessita de nosso auxílio neste momento difícil, a mãe adoentada que espera por nossos cuidados, e tantos outros que aguardam por um carinho, por uma palavra de compreensão.
* * *
Doar-se verdadeiramente sem querer nada em troca, exercitar o amor fraternal, esta sim é a lição mais pura e mais profunda do amor de Jesus.
A parábola do samaritano é um maravilhoso chamamento à prática da caridade, e, depois de entendida passa a nos soar como a voz de Jesus que disse àquele doutor da lei: Vai e faze tu o mesmo.
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Para muitos, ela significa a ajuda material a quem necessita. Sem dúvida este é o modo de aliviar, mesmo que temporariamente, a fome, a sede, as necessidades básicas de inúmeras criaturas.
Muitos de nós talvez tenhamos despertado para a caridade através da ajuda material, frequentemente doando o que nos é supérfluo. Mas ela não se restringe a isto.
Um dos mais conhecidos dicionários da língua portuguesa define caridade como o amor que move nossa vontade na busca do bem do outro.
Inúmeras obras da Doutrina Espírita nos falam da necessidade de se doar, de coração, a outras pessoas. E essa doação se faz em vários níveis. Há, inclusive uma frase que nos diz: Fora da caridade não há salvação.
Lembremos da parábola do samaritano, que Jesus contou em resposta ao doutor da lei que lhe perguntou quem era o seu próximo.
Um homem fora vítima de assaltantes em uma estrada, e ficara muito ferido, sem sentidos e abandonado. Dois viajantes o viram, mas nada fizeram.
Passava, então, pela estrada, um habitante da região da Samaria, que, por tal razão, era desprezado pelo povo judeu, do qual o homem ferido fazia parte.
O samaritano, ao se deparar com o ferido, interrompeu sua viagem e o atendeu, movido por profunda compaixão. Limpou suas feridas, lhe fez curativos e, colocando-o no lombo de seu animal, o levou a uma hospedaria.
Ali, tratou de cuidar do desconhecido por uma noite. Na manhã seguinte, tendo de seguir viagem, pagou adiantado ao dono da hospedaria para que esse mantivesse o ferido até que se recuperasse.
Fez ainda mais: prometeu que, se houvessem gastos além do que adiantara, ele pagaria quando retornasse ao local. E seguiu viagem.
Ora, esse homem não doou apenas seu dinheiro. Doou seu tempo, atenção, amor. Sabia que não poderia deixar a ajuda para a volta da viagem, ou seria tarde. Não sabia sequer o nome do homem a quem ajudara. Apenas sabia ser seu irmão.
É esta a verdadeira caridade da qual nos fala Jesus. É a forma de autodoação, de anulação do egoísmo, de libertação do próprio ego.
A parábola nos fala da ajuda a um desconhecido, em uma situação extrema. Mas, a mensagem que ela nos traz é muito ampla.
Muitas vezes as pessoas que precisam de nossa caridade estão muito próximas de nós, por vezes em nosso próprio convívio familiar.
O filho com problemas de aprendizado e que precisa tanto de toda a nossa atenção; o irmão que não segue o caminho do bem e que anseia por nosso amparo e perdão para retornar ao seio da família.
O pai com dificuldades materiais que necessita de nosso auxílio neste momento difícil, a mãe adoentada que espera por nossos cuidados, e tantos outros que aguardam por um carinho, por uma palavra de compreensão.
* * *
Doar-se verdadeiramente sem querer nada em troca, exercitar o amor fraternal, esta sim é a lição mais pura e mais profunda do amor de Jesus.
A parábola do samaritano é um maravilhoso chamamento à prática da caridade, e, depois de entendida passa a nos soar como a voz de Jesus que disse àquele doutor da lei: Vai e faze tu o mesmo.
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terça-feira, 4 de agosto de 2009
P A I N O S S O

"Pai Nosso, que estais no Infinito das alturas,
dos mundos, dos sóis e dos céus.
Santificado seja vosso nome,
aqui na Terra e em todo Universo.
Venha a nós o vosso Reino de Amor
poder e Sabedoria.
Seja feita a vossa vontade,
assim na Terra como no Absoluto do Eterno
e do Imutável.
O pão nosso de cada dia,
dai-nos hoje e sempre, tanto para o
Espírito, como para o sustento do corpo.
Perdoai as nossas culpas, paixões e
maldades, assim como devemos
perdoar e amar a todos os nossos
devedores em ofensas e crimes,
segundo vossas Leis de Amor Universal.
E não nos deixeis cair em tentação do erro
e do pecado, tanto da mente como do corpo;
quer exterior quer interior.
E, livrai-nos de todo mal, tanto tangível
como intangível.
Livrai-nos Senhor, nós vo-lo pedimos na
mais profunda e secreta súplica, a nós,
que somos vossos servos humildes, de todos
os males e assaltos negativos, passados,
presentes e futuros, tanto da alma como do corpo.
Dai-nos pela vossa Suprema Bondade,
a paz e a saúde e sede-nos propício,
a fim de que possamos elevar-nos até à vossa presença.
Iluminados e redimidos, pelo nosso passado e pelo nosso presente,
pela intercessão da Bem Aventurada
e piedosa Mãe Maria Santíssima,
de Jesus Vosso Filho e nosso Senhor.
Mártire, imolado em todos os tempos
pela glória de vossa causa divina e eterna.
Assim seja."
----------------------------
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Prece de Cipriana
Prece de Cipriana
Senhor Jesus,
Permanente inspiração de nossos caminhos,
Abre-nos, por misericórdia,
Como sempre,
As portas excelsas
De tua providência incomensurável...
Doador da vida,
Acorda-nos a consciência
Para semearmos ressurreição
Nos vales sombrios da morte;
Distribuidor do Sumo bem,
Ajuda-nos a combater o mal
Com as armas do espírito;
Príncipe da Paz,
Não nos deixes indiferentes
À discórdia
Que vergasta o coração
De nossos companheiros sofredores;
Mestre da Sabedoria,
Afugenta para longe de nós
A sensação de cansaço
À frente dos serviços
Que devemos prestar
Aos nossos irmãos ignorantes;
Emissário do Amor Divino,
Não nos concedas paz
Enquanto não vencermos
Os monstros da guerra e do ódio,
Cooperando contigo,
Em tua augusta obra terrestre;
Pastor da Luz Imortal,
Fortalece-nos,
Para que nunca nos intimidemos
Perante as angústias e desesperos das trevas;
Distribuidor da Riqueza Infinita,
Supre-nos as mãos
Com teus recursos ilimitados,
Para que sejamos úteis
A todos os seres do caminho,
Que ainda se sentem minguados
De teus dons imperecíveis;
Embaixador Angélico,
Não nos abandones ao desejo
De repousar indebitamente,
E converte-nos
Em teus servidores humildes,
Onde estivermos;
Mensageiro da Boa Nova,
Não permitas
Que nossos ouvidos adormeçam
Ao coro dos soluços
Dos que clamam por socorro
Nos círculos do sofrimento;
Companheiro da Eternidade,
Abençoa-nos as responsabilidades e deveres;
Não nos relegues à imperfeição
De que ainda somos portadores!
Dá-nos, amado Jesus, o favor de servir-te
E que o Supremo Senhor do Universo Te glorifique
Para sempre.
Assim Seja!...
Fonte: Informativo Espírita - Agosto de 2000
Autor Espititual: André Luiz
Psicografada por: Médium: Francisco Cândido Xavier
Senhor Jesus,
Permanente inspiração de nossos caminhos,
Abre-nos, por misericórdia,
Como sempre,
As portas excelsas
De tua providência incomensurável...
Doador da vida,
Acorda-nos a consciência
Para semearmos ressurreição
Nos vales sombrios da morte;
Distribuidor do Sumo bem,
Ajuda-nos a combater o mal
Com as armas do espírito;
Príncipe da Paz,
Não nos deixes indiferentes
À discórdia
Que vergasta o coração
De nossos companheiros sofredores;
Mestre da Sabedoria,
Afugenta para longe de nós
A sensação de cansaço
À frente dos serviços
Que devemos prestar
Aos nossos irmãos ignorantes;
Emissário do Amor Divino,
Não nos concedas paz
Enquanto não vencermos
Os monstros da guerra e do ódio,
Cooperando contigo,
Em tua augusta obra terrestre;
Pastor da Luz Imortal,
Fortalece-nos,
Para que nunca nos intimidemos
Perante as angústias e desesperos das trevas;
Distribuidor da Riqueza Infinita,
Supre-nos as mãos
Com teus recursos ilimitados,
Para que sejamos úteis
A todos os seres do caminho,
Que ainda se sentem minguados
De teus dons imperecíveis;
Embaixador Angélico,
Não nos abandones ao desejo
De repousar indebitamente,
E converte-nos
Em teus servidores humildes,
Onde estivermos;
Mensageiro da Boa Nova,
Não permitas
Que nossos ouvidos adormeçam
Ao coro dos soluços
Dos que clamam por socorro
Nos círculos do sofrimento;
Companheiro da Eternidade,
Abençoa-nos as responsabilidades e deveres;
Não nos relegues à imperfeição
De que ainda somos portadores!
Dá-nos, amado Jesus, o favor de servir-te
E que o Supremo Senhor do Universo Te glorifique
Para sempre.
Assim Seja!...
Fonte: Informativo Espírita - Agosto de 2000
Autor Espititual: André Luiz
Psicografada por: Médium: Francisco Cândido Xavier
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
APOMETRIA NÃO É ESPIRITISMO
O médico carioca residente em Porto Alegre Dr. José Lacerda desde os anos 50, espírita que era então, começou a realizar numa pequena sala do Hospital Espírita de Porto Alegre chamada A Casa do Jardim, atividades mediúnicas normais.
Com o tempo ele recebeu instruções dos espíritos e realizou investigações pessoais que desaguaram em um movimento ao qual ele deu o nome de Apometria.
Não irei entrar no mérito nem no estudo da apometria porque eu não sou apometra, eu sou espírita o que posso dizer é que a apometria, segundo os apometras, não é espiritismo.
Porquanto as suas práticas estão em total desacordo com as recomendações de O Livro dos Médiuns. Não examinaremos aqui o mérito ou demérito porque eu não pratico a apometria, mas segundo os livros que tem sido publicados, a apometria, segundo a presunção de alguns, é um passo avançado do movimento Espírita no qual Allan Kardec estaria ultrapassado. Allan Kardec foi a proposta para o século XIX e para parte do século XX e a apometria é o degrau mais evoluído no qual Allan Kardec encontra-se totalmente ultrapassado. Tese com a qual, na condição de espírita, eu não concordo em absoluto.
Na prática e nos métodos de libertação dos obsessores a violência que ditos métodos apresenta, a mim, a mim pessoalmente me parecem tão chocantes que fazem recordar-me da lei de Talião que Moises suavizou com o código legal e que Jesus sublimou através o amor.
Quando as entidades são rebeldes os doutrinadores depois de realizarem uma contagem cabalística ou de terem o gestual muito específico expulsam pela violência esse espírito para o magma da Terra, a substância ainda em ebulição do nosso planeta. O colocam em cápsulas espaciais e disparam para o mundo da erraticidade. Não iremos examinar a questão esdrúxula desse comportamento, mas se eu, na condição de espírito imperfeito que sou, chegasse desesperado num lugar pedindo misericórdia e apoio na minha loucura, e outrem, o meu próximo, me exilasse para o magma da Terra, para eu experimentar a dureza de um inferno mitológico ou ser desintegrado, eu renegaria àquele Deus que inspirou esse adversário da compaixão. Ou se me mandasse numa cápsula espacial para que fosse expulso da Terra. Com qual autoridade? Quando Jesus disse que o seu reino é dos miseráveis. Na parábola do Festim de Bodas, ele manda buscar os mendigos, aqueles que estão nos lugares escabrosos já que os eleitos recusaram e mataram os seus embaixadores.
A Doutrina Espírita centraliza-se no amor e todas essas práticas novas, das mentalizações, das correntes mento-magnéticas, psico-telérgicas para nós espíritas merecem todo respeito, mas não tem nada a ver com espiritismo. Seria o mesmo que as práticas da Terapia de Existências Passadas nós realizarmos dentro da casa espírita ou da cromoterapia ou da cristalterapia, fugindo totalmente da nossa finalidade.
A Casa Espírita não é uma clínica alternativa, não é lugar onde toda experiência nova vai colocada em execução. Tenho certeza de que aqueles que adotam esses métodos novos, primeiro, não conhecem as bases Kardequianas e ao conhecerem-nas nunca vivenciaram para terem certeza, seria desmentir todo material revelado pelo mundo espiritual nestes 144 anos de codificação, no Brasil e no mundo, pela mediunidade incomparável de Chico Xavier, as informações que vieram por esse médium impar, pela notável Yvone do Amaral Pereira, por Zilda Gama, por tantos médiuns nobres conhecidos e nobres desconhecidos no seu trabalho de socorro.
Então se alguém prefere a apometria, divorcie-se do Espiritismo. É um direito! Mas não misture para não confundir. A nossa tarefa é de iluminar, não é de eliminar. O espírito mau, perverso, cruel é nosso irmão na ignorância. Poderia haver alguém mais cruel do que o jovem Saulo de Tarso? Ele havia assassinado Estevão a pedradas, havia assassinado outros, e foi a Damasco para assassinar Ananias. Jesus não o colocou numa cápsula espacial e disparou para o infinito. Apareceu a ele! Conquistou-o pelo amor: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" Pode haver maior ternura nisso? E ele tomado de espanto perguntou: "Que é isto?" "- Eu sou Jesus, aquele a quem persegues". E ele então caiu em sí. Emmanuel usa esta frase: E caindo em si, quer dizer aquela capa do ego cedeu lugar ao encontro com o ser profundo, caindo em si. Ele despertou, e graças a ele nós conhecemos Jesus pela sua palavra, pelas suas lutas, pelo alto preço que pagou, apedrejado várias vezes até ser considerado morto, jogado por detrás dos muros nos lugares do lixo, dos dejetos ele foi resgatado pelos amigos e continuou pregando.
Então os espíritos perversos merecem nossa compaixão e não nosso repúdio. Coloquemo-nos no lugar deles. Que sejas como conosco quando nós éramos maus e ainda somos aqui com nós. Basta que alguém nos pise no calcanhar ou nos tome aquilo que supomos que é nosso, para ver como irrompe a nossa tendência violenta e nós nos transformamos de um para outro momento.
Não temos nada contra a Apometria, as correntes mento-magnéticas, aquelas outras de nomes muito esdrúxulos e pseudocientíficos. Não temos nada. Mas como espíritas, nós deveremos cuidar da proposta Espírita. E da minha condição de Espírita exercendo a mediunidade a mais de 54 anos, os resultados têm sido todos colhidos da árvore do amor e da caridade. Não entrarei no mérito dos métodos, que são bastante chocantes para a nossa mentalidade espírita, que não admite ritual, gestual, gritaria, nem determinados comportamentos, porque a única força é aquela que vem de dentro. Para esta classe de espíritos são necessários jejum e oração.
-----------------------------------------
IN:
Atendimento fraterno, atendimento amoroso com os nossos irmãos em desajustes.
Para a reflexão sobre o tema.
Autor: Divaldo Pereira Franco
(Transcrito do programa Presença Espírita, da Rádio Boa Nova, a partir de palestra de Divaldo Pereira Franco, em agosto de 2001)
Com o tempo ele recebeu instruções dos espíritos e realizou investigações pessoais que desaguaram em um movimento ao qual ele deu o nome de Apometria.
Não irei entrar no mérito nem no estudo da apometria porque eu não sou apometra, eu sou espírita o que posso dizer é que a apometria, segundo os apometras, não é espiritismo.
Porquanto as suas práticas estão em total desacordo com as recomendações de O Livro dos Médiuns. Não examinaremos aqui o mérito ou demérito porque eu não pratico a apometria, mas segundo os livros que tem sido publicados, a apometria, segundo a presunção de alguns, é um passo avançado do movimento Espírita no qual Allan Kardec estaria ultrapassado. Allan Kardec foi a proposta para o século XIX e para parte do século XX e a apometria é o degrau mais evoluído no qual Allan Kardec encontra-se totalmente ultrapassado. Tese com a qual, na condição de espírita, eu não concordo em absoluto.
Na prática e nos métodos de libertação dos obsessores a violência que ditos métodos apresenta, a mim, a mim pessoalmente me parecem tão chocantes que fazem recordar-me da lei de Talião que Moises suavizou com o código legal e que Jesus sublimou através o amor.
Quando as entidades são rebeldes os doutrinadores depois de realizarem uma contagem cabalística ou de terem o gestual muito específico expulsam pela violência esse espírito para o magma da Terra, a substância ainda em ebulição do nosso planeta. O colocam em cápsulas espaciais e disparam para o mundo da erraticidade. Não iremos examinar a questão esdrúxula desse comportamento, mas se eu, na condição de espírito imperfeito que sou, chegasse desesperado num lugar pedindo misericórdia e apoio na minha loucura, e outrem, o meu próximo, me exilasse para o magma da Terra, para eu experimentar a dureza de um inferno mitológico ou ser desintegrado, eu renegaria àquele Deus que inspirou esse adversário da compaixão. Ou se me mandasse numa cápsula espacial para que fosse expulso da Terra. Com qual autoridade? Quando Jesus disse que o seu reino é dos miseráveis. Na parábola do Festim de Bodas, ele manda buscar os mendigos, aqueles que estão nos lugares escabrosos já que os eleitos recusaram e mataram os seus embaixadores.
A Doutrina Espírita centraliza-se no amor e todas essas práticas novas, das mentalizações, das correntes mento-magnéticas, psico-telérgicas para nós espíritas merecem todo respeito, mas não tem nada a ver com espiritismo. Seria o mesmo que as práticas da Terapia de Existências Passadas nós realizarmos dentro da casa espírita ou da cromoterapia ou da cristalterapia, fugindo totalmente da nossa finalidade.
A Casa Espírita não é uma clínica alternativa, não é lugar onde toda experiência nova vai colocada em execução. Tenho certeza de que aqueles que adotam esses métodos novos, primeiro, não conhecem as bases Kardequianas e ao conhecerem-nas nunca vivenciaram para terem certeza, seria desmentir todo material revelado pelo mundo espiritual nestes 144 anos de codificação, no Brasil e no mundo, pela mediunidade incomparável de Chico Xavier, as informações que vieram por esse médium impar, pela notável Yvone do Amaral Pereira, por Zilda Gama, por tantos médiuns nobres conhecidos e nobres desconhecidos no seu trabalho de socorro.
Então se alguém prefere a apometria, divorcie-se do Espiritismo. É um direito! Mas não misture para não confundir. A nossa tarefa é de iluminar, não é de eliminar. O espírito mau, perverso, cruel é nosso irmão na ignorância. Poderia haver alguém mais cruel do que o jovem Saulo de Tarso? Ele havia assassinado Estevão a pedradas, havia assassinado outros, e foi a Damasco para assassinar Ananias. Jesus não o colocou numa cápsula espacial e disparou para o infinito. Apareceu a ele! Conquistou-o pelo amor: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" Pode haver maior ternura nisso? E ele tomado de espanto perguntou: "Que é isto?" "- Eu sou Jesus, aquele a quem persegues". E ele então caiu em sí. Emmanuel usa esta frase: E caindo em si, quer dizer aquela capa do ego cedeu lugar ao encontro com o ser profundo, caindo em si. Ele despertou, e graças a ele nós conhecemos Jesus pela sua palavra, pelas suas lutas, pelo alto preço que pagou, apedrejado várias vezes até ser considerado morto, jogado por detrás dos muros nos lugares do lixo, dos dejetos ele foi resgatado pelos amigos e continuou pregando.
Então os espíritos perversos merecem nossa compaixão e não nosso repúdio. Coloquemo-nos no lugar deles. Que sejas como conosco quando nós éramos maus e ainda somos aqui com nós. Basta que alguém nos pise no calcanhar ou nos tome aquilo que supomos que é nosso, para ver como irrompe a nossa tendência violenta e nós nos transformamos de um para outro momento.
Não temos nada contra a Apometria, as correntes mento-magnéticas, aquelas outras de nomes muito esdrúxulos e pseudocientíficos. Não temos nada. Mas como espíritas, nós deveremos cuidar da proposta Espírita. E da minha condição de Espírita exercendo a mediunidade a mais de 54 anos, os resultados têm sido todos colhidos da árvore do amor e da caridade. Não entrarei no mérito dos métodos, que são bastante chocantes para a nossa mentalidade espírita, que não admite ritual, gestual, gritaria, nem determinados comportamentos, porque a única força é aquela que vem de dentro. Para esta classe de espíritos são necessários jejum e oração.
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IN:
Atendimento fraterno, atendimento amoroso com os nossos irmãos em desajustes.
Para a reflexão sobre o tema.
Autor: Divaldo Pereira Franco
(Transcrito do programa Presença Espírita, da Rádio Boa Nova, a partir de palestra de Divaldo Pereira Franco, em agosto de 2001)
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
ANJOS GUARDIÃES
Os anjos guardiães são embaixadores de Deus, mantendo acesa a chama da fé nos corações e auxiliando os enfraquecidos na luta terrestre.
Quais estrelas formosas, iluminam as noites das almas e atendem-lhes as necessidades com unção e devotamento inigualáveis.
Perseveram ao lado dos seus tutelados em toda circunstância, jamais se impacientando ou os abandonando, mesmo quando eles, em desequilíbrio, vociferam e atiram-se aos despenhadeiros da alucinação.
Vigilantes, utilizam-se de cada ensejo para instruir e educar, orientando com segurança na marcha de ascensão.
Envolvem os pupilos em ternura incomum, mas não anuem com seus erros, admoestando com severidade quando necessário, a fim de lhes criarem hábitos saudáveis e conduta moral correta.
São sábios e evoluídos, encontrando-se em perfeita sintonia com o pensamento divino, que buscam transmitir, de modo que as criaturas se integrem psiquicamente na harmonia geral que vige no Cosmo.
Trabalham infatigavelmente pelo Bem, no qual confiam com absoluta fidelidade, infundindo coragem àqueles que protegem, mantendo a assistência em qualquer circunstância, na glória ou no fracasso, nos momentos de elevação moral e naqueloutros de perturbação e vulgaridade.
Nunca censuram, porque a sua é a missão de edificar as almas no amor, preservando o livre-arbítrio de cada uma, levantando-as após a queda, e permanecendo leais até que alcancem a meta da sua evolução.
Os anjos guardiães são lições vivas de amor, que nunca se cansam, porquanto aplicam milênios do tempo terrestre auxiliando aqueles que lhes são confiados, sem se imporem nem lhes entorpecerem a liberdade de escolha.
Constituem a casta dos Espíritos Nobres que cooperam para o progresso da humanidade e da Terra, trabalhando com afinco para alcançar as metas que anelam.
Cada criatura, no mundo, encontra-se vinculada a um anjo guardião, em quem pode e deve buscar inspiração, auscultando-o e deixando-se por ele conduzir em nome da Consciência Cósmica.
* * * * * * *
Tem cuidado para que te não afastes psiquicamente do teu anjo guardião.
Ele jamais se aparta do seu protegido, mas este, por presunção ou ignorância, rompe os laços de ligação emocional e mental, debandando da rota libertadora.
Quando erres e experimentes a solidão, refaze o passo e busca-o pelo pensamento em oração, partindo de imediato para a ação edificante.
Quando alcances as cumeadas do êxito, recorda-o, feliz com o teu sucesso, no entanto preservando-te do orgulho, dos perigos das facilidades terrestres.
Na enfermidade, procura ouvi-lo interiormente sugerindo-te bom ânimo e equilíbrio.
Na saúde, mantém o intercâmbio, canalizando tuas forças para as atividades enobrecedoras.
Muitas vezes sentirás a tentação de desvairar, mudando de rumo.
Mantém-te atento e supera a maléfica inspiração.
O teu anjo guardião não poderá impedir que os Espíritos perturbadores se acerquem de ti, especialmente se atraídos pelos teus pensamentos e atos, em razão do teu passado, ou invejando as tuas realizações... Todavia te induzirão ao amor, a fim de que te eleves e os ajudes, afastando-os do mal em que se comprazem.
O teu anjo guardião é o teu mestre e amigo mais próximo.
Imana-te a ele.
Entre eles, os anjos guardiães e Deus, encontra-se Jesus, o Guia perfeito da humanidade.
Medita nas Suas lições e busca seguir-Lhe as diretrizes, a fim de que o teu anjo guardião te conduza ao aprisco que Jesus levará ao Pai Amoroso.
Divaldo Pereira Franco - Momentos Enriquecedores
ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis - 1994.
Quais estrelas formosas, iluminam as noites das almas e atendem-lhes as necessidades com unção e devotamento inigualáveis.
Perseveram ao lado dos seus tutelados em toda circunstância, jamais se impacientando ou os abandonando, mesmo quando eles, em desequilíbrio, vociferam e atiram-se aos despenhadeiros da alucinação.
Vigilantes, utilizam-se de cada ensejo para instruir e educar, orientando com segurança na marcha de ascensão.
Envolvem os pupilos em ternura incomum, mas não anuem com seus erros, admoestando com severidade quando necessário, a fim de lhes criarem hábitos saudáveis e conduta moral correta.
São sábios e evoluídos, encontrando-se em perfeita sintonia com o pensamento divino, que buscam transmitir, de modo que as criaturas se integrem psiquicamente na harmonia geral que vige no Cosmo.
Trabalham infatigavelmente pelo Bem, no qual confiam com absoluta fidelidade, infundindo coragem àqueles que protegem, mantendo a assistência em qualquer circunstância, na glória ou no fracasso, nos momentos de elevação moral e naqueloutros de perturbação e vulgaridade.
Nunca censuram, porque a sua é a missão de edificar as almas no amor, preservando o livre-arbítrio de cada uma, levantando-as após a queda, e permanecendo leais até que alcancem a meta da sua evolução.
Os anjos guardiães são lições vivas de amor, que nunca se cansam, porquanto aplicam milênios do tempo terrestre auxiliando aqueles que lhes são confiados, sem se imporem nem lhes entorpecerem a liberdade de escolha.
Constituem a casta dos Espíritos Nobres que cooperam para o progresso da humanidade e da Terra, trabalhando com afinco para alcançar as metas que anelam.
Cada criatura, no mundo, encontra-se vinculada a um anjo guardião, em quem pode e deve buscar inspiração, auscultando-o e deixando-se por ele conduzir em nome da Consciência Cósmica.
* * * * * * *
Tem cuidado para que te não afastes psiquicamente do teu anjo guardião.
Ele jamais se aparta do seu protegido, mas este, por presunção ou ignorância, rompe os laços de ligação emocional e mental, debandando da rota libertadora.
Quando erres e experimentes a solidão, refaze o passo e busca-o pelo pensamento em oração, partindo de imediato para a ação edificante.
Quando alcances as cumeadas do êxito, recorda-o, feliz com o teu sucesso, no entanto preservando-te do orgulho, dos perigos das facilidades terrestres.
Na enfermidade, procura ouvi-lo interiormente sugerindo-te bom ânimo e equilíbrio.
Na saúde, mantém o intercâmbio, canalizando tuas forças para as atividades enobrecedoras.
Muitas vezes sentirás a tentação de desvairar, mudando de rumo.
Mantém-te atento e supera a maléfica inspiração.
O teu anjo guardião não poderá impedir que os Espíritos perturbadores se acerquem de ti, especialmente se atraídos pelos teus pensamentos e atos, em razão do teu passado, ou invejando as tuas realizações... Todavia te induzirão ao amor, a fim de que te eleves e os ajudes, afastando-os do mal em que se comprazem.
O teu anjo guardião é o teu mestre e amigo mais próximo.
Imana-te a ele.
Entre eles, os anjos guardiães e Deus, encontra-se Jesus, o Guia perfeito da humanidade.
Medita nas Suas lições e busca seguir-Lhe as diretrizes, a fim de que o teu anjo guardião te conduza ao aprisco que Jesus levará ao Pai Amoroso.
Divaldo Pereira Franco - Momentos Enriquecedores
ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis - 1994.
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quarta-feira, 1 de outubro de 2008
AUXÍLIO MÚTUO
O galardão das boas obras é tê-las feito. Por isso, não pode haver melhor prêmio."
Sêneca
--------------------------------------------
Auxílio Mútuo
Em zona montanhosa, através de região deserta, caminhavam dois velhos amigos,
ambos enfermos, cada qual a defender-se quanto possível contra os golpes do ar
gelado, quando foram surpreendidos por uma criança semi-morta na estrada, ao
sabor da ventania de inverno.
Um deles fixou o singular achado e exclamou, irritadiço: Não perderei tempo!
A hora exige cuidado para comigo mesmo. Sigamos à frente.
O outro, porém, mais piedoso, considerou: Amigo, salvemos o pequenino.
É nosso irmão em humanidade.
Não posso - disse o companheiro endurecido. Sinto-me cansado e doente.
Este desconhecido seria um peso insuportável. Temos frio e tempestade.
Precisamos chegar a aldeia próxima sem perda de minutos. E avançou para
adiante em largas passadas.
O viajor de bom sentimento, contudo, inclinou-se para o menino estendido,
demorou-se alguns minutos colando-o paternalmente ao próprio peito,
e aconchegando-o ainda mais, marchou adiante, embora menos rápido.
A chuva gelada caiu metódica pela noite adentro, mas ele, amparando
o valioso fardo, depois de muito tempo, atingiu a hospedaria do povoado
que buscava.
Com enorme surpresa, porém, não encontrou aí o colega que havia seguido
na frente.
Somente no dia imediato, depois de minuciosa procura, foi o infeliz viajante
encontrado sem vida numa vala do caminho alagado.
Seguindo a pressa e a sós, com a idéia egoísta de preservar-se, não resistiu
a onda de frio que se fizera violenta, e tombou encharcado, sem recursos com
que pudesse fazer face ao congelamento.
Enquanto que o companheiro, recebendo em troca o suave calor da criança
que sustentava junto do próprio coração, superou os obstáculos da noite frígida,
salvando-se de semelhante desastre.
Descobrira a sublimidade do auxílio mútuo. Ajudando o menino abandonado,
ajudara a si mesmo.
Avançando com sacrifício para ser útil a outrem, conseguira triunfar dos percalços
do caminho, alcançando as bênçãos da salvação recíproca.
.....................................
As mais eloqüentes e exatas testemunhas de um homem perante o Pai Supremo
são as suas próprias obras.
Aqueles que amparamos constituem nosso sustentáculo.
O coração que amparamos constitui-se agora ou mais tarde, em recurso a nosso
favor.
Ninguém duvide!
Um homem sozinho é simplesmente um adorno vivo da solidão, mas aquele que
coopera em benefício do próximo é credor do auxílio comum.
Ajudando, seremos ajudados. Dando, receberemos.
Esta é a Lei Divina.
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no livro "Jesus no Lar",
cap. Auxílio mútuo.
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Sêneca
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Auxílio Mútuo
Em zona montanhosa, através de região deserta, caminhavam dois velhos amigos,
ambos enfermos, cada qual a defender-se quanto possível contra os golpes do ar
gelado, quando foram surpreendidos por uma criança semi-morta na estrada, ao
sabor da ventania de inverno.
Um deles fixou o singular achado e exclamou, irritadiço: Não perderei tempo!
A hora exige cuidado para comigo mesmo. Sigamos à frente.
O outro, porém, mais piedoso, considerou: Amigo, salvemos o pequenino.
É nosso irmão em humanidade.
Não posso - disse o companheiro endurecido. Sinto-me cansado e doente.
Este desconhecido seria um peso insuportável. Temos frio e tempestade.
Precisamos chegar a aldeia próxima sem perda de minutos. E avançou para
adiante em largas passadas.
O viajor de bom sentimento, contudo, inclinou-se para o menino estendido,
demorou-se alguns minutos colando-o paternalmente ao próprio peito,
e aconchegando-o ainda mais, marchou adiante, embora menos rápido.
A chuva gelada caiu metódica pela noite adentro, mas ele, amparando
o valioso fardo, depois de muito tempo, atingiu a hospedaria do povoado
que buscava.
Com enorme surpresa, porém, não encontrou aí o colega que havia seguido
na frente.
Somente no dia imediato, depois de minuciosa procura, foi o infeliz viajante
encontrado sem vida numa vala do caminho alagado.
Seguindo a pressa e a sós, com a idéia egoísta de preservar-se, não resistiu
a onda de frio que se fizera violenta, e tombou encharcado, sem recursos com
que pudesse fazer face ao congelamento.
Enquanto que o companheiro, recebendo em troca o suave calor da criança
que sustentava junto do próprio coração, superou os obstáculos da noite frígida,
salvando-se de semelhante desastre.
Descobrira a sublimidade do auxílio mútuo. Ajudando o menino abandonado,
ajudara a si mesmo.
Avançando com sacrifício para ser útil a outrem, conseguira triunfar dos percalços
do caminho, alcançando as bênçãos da salvação recíproca.
.....................................
As mais eloqüentes e exatas testemunhas de um homem perante o Pai Supremo
são as suas próprias obras.
Aqueles que amparamos constituem nosso sustentáculo.
O coração que amparamos constitui-se agora ou mais tarde, em recurso a nosso
favor.
Ninguém duvide!
Um homem sozinho é simplesmente um adorno vivo da solidão, mas aquele que
coopera em benefício do próximo é credor do auxílio comum.
Ajudando, seremos ajudados. Dando, receberemos.
Esta é a Lei Divina.
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no livro "Jesus no Lar",
cap. Auxílio mútuo.
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domingo, 24 de agosto de 2008
PODER da FÉ
Poder da Fé
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1 – E depois que veio para onde estava a gente, chegou a ele um homem que, posto de joelhos, lhe dizia: Senhor, tem compaixão de meu filho, que é lunático e padece muito; porque muitas vezes cai no fogo, e muitas na água. E tenho-o apresentado a teus discípulos, e eles o não puderam curar. E respondendo Jesus, disse: Ó geração incrédula e perversa, até quando hei de estar convosco, até quando vos hei de sofrer? Trazei-mo cá. E Jesus o abençoou, e saiu dele o demônio, e desde àquela hora ficou o moço curado. Então se chegarão os discípulos a Jesus em particular e lhe disseram: Por que não pudemos nós lançá-lo fora? Jesus lhes disse: Por causa da vossa pouca fé. Porque na verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar, e nada vos será impossível. (Mateus, XVII: 14-19).
2 – É certo que, no bom sentido, a confiança nas próprias forças torna-nos capazes de realizar coisas materiais que não podemos fazer quando duvidamos de nós mesmos. Mas, então, é somente no seu sentido moral que devemos entender estas palavras. As montanhas que a fé transporta são as dificuldades, as resistências, a má vontade, em uma palavra, que encontramos entre os homens, mesmo quando se trata das melhores coisas. Os preconceitos da rotina, o interesse material, o egoísmo, a cegueira do fanatismo, as paixões orgulhosas, são outras tantas montanhas que atravancam o caminho dos que trabalham para o progresso da humanidade. A fé robusta confere a perseverança, a energia e os recursos necessários para a vitória sobre os obstáculos, tanto nas pequenas quanto nas grandes coisas. A fé vacilante produz a incerteza, a hesitação, de que se aproveitam os adversários que devemos combater; ela nem sequer procura os meios de vencer, porque não crê na possibilidade de vitória.
3 – Noutra acepção, considera-se fé a confiança que se deposita na realização de determinada coisa, a certeza de atingir um objetivo. Nesse caso, ela confere uma espécie de lucidez, que faz antever pelo pensamento os fins que se têm em vista e os meios de atingi-los, de maneira que aquele que a possui avança, por assim dizer, infalivelmente. Num e outro caso, ela pode fazer que se realizem grandes coisas
A fé e verdadeira é sempre calma. Confere a paciência que sabe esperar, porque estando apoiada na inteligência e na compreensão das coisas, tem a certeza de chegar ao fim. A fé insegura sente a sua própria fraqueza, e quando estimulada pelo interesse torna-se furiosa e acredita poder suprir a força com a violência. A calma na luta é sempre um sinal de força e de confiança, enquanto a violência, pelo contrário, é prova de fraqueza e de falta de confiança em si mesmo.
4 – Necessário guardar-se de confundir a fé com a presunção. A verdadeira fé se alia à humildade. Aquele que a possui deposita a sua confiança em Deus, mais do quem em si mesmo, pois sabe que, simples instrumento da vontade de Deus, nada pode sem Ele. E por isso que os Bons Espíritos vêm em seu auxílio. A presunção é menos fé do que orgulho, e o orgulho é sempre castigado cedo ou tarde, pela decepção e os malogros que lhes são infligidos.
5 – O poder da fé tem aplicação direta e especial na ação magnética. Graças a ela, o homem age sobre o fluído, agente universal, modifica-lhe a qualidade e lhe dá impulso por assim dizer irresistível. Eis porque aquele que alia, a um grande poder fluídico normal, uma fé ardente, pode operar, unicamente pela sua vontade dirigida para o bem, esses estranhos fenômenos de cura e de outra natureza, que antigamente eram considerados prodígios, e que entretanto não passam de conseqüências de uma lei natural. Essa a razão porque Jesus disse aos seus apóstolos: Se não conseguistes curar, foi por causa de vossa pouca fé.
----------------
1 – E depois que veio para onde estava a gente, chegou a ele um homem que, posto de joelhos, lhe dizia: Senhor, tem compaixão de meu filho, que é lunático e padece muito; porque muitas vezes cai no fogo, e muitas na água. E tenho-o apresentado a teus discípulos, e eles o não puderam curar. E respondendo Jesus, disse: Ó geração incrédula e perversa, até quando hei de estar convosco, até quando vos hei de sofrer? Trazei-mo cá. E Jesus o abençoou, e saiu dele o demônio, e desde àquela hora ficou o moço curado. Então se chegarão os discípulos a Jesus em particular e lhe disseram: Por que não pudemos nós lançá-lo fora? Jesus lhes disse: Por causa da vossa pouca fé. Porque na verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar, e nada vos será impossível. (Mateus, XVII: 14-19).
2 – É certo que, no bom sentido, a confiança nas próprias forças torna-nos capazes de realizar coisas materiais que não podemos fazer quando duvidamos de nós mesmos. Mas, então, é somente no seu sentido moral que devemos entender estas palavras. As montanhas que a fé transporta são as dificuldades, as resistências, a má vontade, em uma palavra, que encontramos entre os homens, mesmo quando se trata das melhores coisas. Os preconceitos da rotina, o interesse material, o egoísmo, a cegueira do fanatismo, as paixões orgulhosas, são outras tantas montanhas que atravancam o caminho dos que trabalham para o progresso da humanidade. A fé robusta confere a perseverança, a energia e os recursos necessários para a vitória sobre os obstáculos, tanto nas pequenas quanto nas grandes coisas. A fé vacilante produz a incerteza, a hesitação, de que se aproveitam os adversários que devemos combater; ela nem sequer procura os meios de vencer, porque não crê na possibilidade de vitória.
3 – Noutra acepção, considera-se fé a confiança que se deposita na realização de determinada coisa, a certeza de atingir um objetivo. Nesse caso, ela confere uma espécie de lucidez, que faz antever pelo pensamento os fins que se têm em vista e os meios de atingi-los, de maneira que aquele que a possui avança, por assim dizer, infalivelmente. Num e outro caso, ela pode fazer que se realizem grandes coisas
A fé e verdadeira é sempre calma. Confere a paciência que sabe esperar, porque estando apoiada na inteligência e na compreensão das coisas, tem a certeza de chegar ao fim. A fé insegura sente a sua própria fraqueza, e quando estimulada pelo interesse torna-se furiosa e acredita poder suprir a força com a violência. A calma na luta é sempre um sinal de força e de confiança, enquanto a violência, pelo contrário, é prova de fraqueza e de falta de confiança em si mesmo.
4 – Necessário guardar-se de confundir a fé com a presunção. A verdadeira fé se alia à humildade. Aquele que a possui deposita a sua confiança em Deus, mais do quem em si mesmo, pois sabe que, simples instrumento da vontade de Deus, nada pode sem Ele. E por isso que os Bons Espíritos vêm em seu auxílio. A presunção é menos fé do que orgulho, e o orgulho é sempre castigado cedo ou tarde, pela decepção e os malogros que lhes são infligidos.
5 – O poder da fé tem aplicação direta e especial na ação magnética. Graças a ela, o homem age sobre o fluído, agente universal, modifica-lhe a qualidade e lhe dá impulso por assim dizer irresistível. Eis porque aquele que alia, a um grande poder fluídico normal, uma fé ardente, pode operar, unicamente pela sua vontade dirigida para o bem, esses estranhos fenômenos de cura e de outra natureza, que antigamente eram considerados prodígios, e que entretanto não passam de conseqüências de uma lei natural. Essa a razão porque Jesus disse aos seus apóstolos: Se não conseguistes curar, foi por causa de vossa pouca fé.
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segunda-feira, 18 de agosto de 2008
A Luz Segue Sempre
A LUZ SEGUE SEMPRE
"E as suas palavras lhes pareciam como desvario, e não as creram."
(LUCAS, 24:11.)
___________________________________________________________________
A perplexidade surgida no dia da Ressurreição do Senhor ainda é a mesma nos tempos que passam, sempre que a natureza divina e invisível ao olhar comum dos homens manifesta suas gloriosas mensagens.
As mulheres devotadas, que se foram em romaria de amor ao túmulo do Mestre, sempre encontraram sucessores.
Todavia, são muito raros os Pedros que se dispõem a levantar para a averiguação da verdade.
Em todos os tempos, os transmissores de notícias de além-túmulo peregrinaram na Terra, quanto hoje.
As escolas religiosas deturpadas, porém, somente em raras ocasiões aceitaram o valioso concurso que se lhes oferecia.
Nas épocas passadas, todos os instrumentos da revelação espiritual, com raras exceções, foram categorizados como bruxos, queimados na praça pública, e, ainda hoje, são tidos por dementes, visionários e feiticeiros.
É que a maioria dos companheiros de jornada humana vivem agarrados aos inferiores interesses de alguns momentos e as palavras da verdade imortalista sempre lhes pareceram consumado desvario.
Entregues ao efêmero, não crêem na expansão da vida, dentro do infinito e da eternidade, mas a luz da Ressurreição prossegue sempre, inspirando seus missionários ainda incompreendidos.
Fonte: LIVRO: "Vinha de Luz"
Autor Espititual: Emmanuel
Psicografada por: Médium: Francisco Cândido Xavier
"E as suas palavras lhes pareciam como desvario, e não as creram."
(LUCAS, 24:11.)
___________________________________________________________________
A perplexidade surgida no dia da Ressurreição do Senhor ainda é a mesma nos tempos que passam, sempre que a natureza divina e invisível ao olhar comum dos homens manifesta suas gloriosas mensagens.
As mulheres devotadas, que se foram em romaria de amor ao túmulo do Mestre, sempre encontraram sucessores.
Todavia, são muito raros os Pedros que se dispõem a levantar para a averiguação da verdade.
Em todos os tempos, os transmissores de notícias de além-túmulo peregrinaram na Terra, quanto hoje.
As escolas religiosas deturpadas, porém, somente em raras ocasiões aceitaram o valioso concurso que se lhes oferecia.
Nas épocas passadas, todos os instrumentos da revelação espiritual, com raras exceções, foram categorizados como bruxos, queimados na praça pública, e, ainda hoje, são tidos por dementes, visionários e feiticeiros.
É que a maioria dos companheiros de jornada humana vivem agarrados aos inferiores interesses de alguns momentos e as palavras da verdade imortalista sempre lhes pareceram consumado desvario.
Entregues ao efêmero, não crêem na expansão da vida, dentro do infinito e da eternidade, mas a luz da Ressurreição prossegue sempre, inspirando seus missionários ainda incompreendidos.
Fonte: LIVRO: "Vinha de Luz"
Autor Espititual: Emmanuel
Psicografada por: Médium: Francisco Cândido Xavier
segunda-feira, 17 de março de 2008
PÁSCOA FELIZ!...
PÁSCOA quer dizer PASSAGEM,
votos de que seja TRANSFORMAÇÃO INTERIOR.
PÁSCOA FELIZ para todos.
SENDA de LUZ * Mensagens, Preces e Ajuda sempre

votos de que seja TRANSFORMAÇÃO INTERIOR.
PÁSCOA FELIZ para todos.
SENDA de LUZ * Mensagens, Preces e Ajuda sempre

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Oração Diante do Tempo

Senhor Jesus!
Diante do calendário que se renova, deixa que nos ajoelhemos
para implorar-te compaixão.
Tu que eras antes que fôssemos, que nos tutelastes, em nome do
Criador, na noite insondável das origens, não desvies de nós Teu
olhar, para que não venhamos a perder o adubo do sangue e das
lágrimas, oriundos das civilizações que morreram sob o guante
da violência!...
Determinaste que o Tempo, à feição de ministro silencioso de tua
justiça, nos seguisse todos os passos...
E, com os séculos, carregamos o pedregulho da ilusão, dele
extraindo o ouro da experiência.
Do berço para o túmulo e do túmulo para o berço, temos sido
senhores e escravos, ricos e pobres, fidalgos e plebeus.
Entretanto, em todas as posições, temos vivido em fuga constante
da verdade, à caça de triunfo e dominação para o nosso velho
egoísmo.
Na governança, nutríamos a vaidade e a miséria.
Na subalternidade, alentávamos o desespero e a insubmissão.
Na fortuna, éramos orgulhosos e inúteis.
Na carência, vivíamos intemperantes e despeitados.
Administrando, alongávamos o crime.
Obedecendo, atendíamos à vingança.
Resistíamos a todos os teus apelos, em tenebrosos labirintos de
opressão e delinquência, quando vieste ensinar-nos o caminho
libertador.
Não Te limitaste a crer na glória do Pai Celeste.
Estendeste-Lhe a incomparável bondade.
Não te circunscreveste à fé que renova.
Abraçaste o amor que redime.
Não te detiveste entre os eleitos da virtude.
Comungaste o ambiente das vítimas do mal, para reconduzi-las
ao bem.
Não te ilhaste na oração pura e simples.
Ofertaste mãos amigas às necessidades alheias.
Não te isolaste, junto à dignidade venerável de Salomé,
a venturosa mãe dos filhos de Zebedeu.
Acolheste a Madalena, possuída de sete génios sombrios.
Não consideraste tão-somente a Bartimeu, o mendigo cego.
Consagraste generosa atenção a Zaqueu, o rico necessitado.
Não apenas aconselhaste a fraternidade aos semelhantes.
Praticaste-a com devotamento e carinho, da intimidade do lar
ao sol meridiano da praça pública.
Não pregaste a doutrina do perdão e da renúncia exclusivamente
para os outros.
Aceitaste a cruz do escárnio e da morte, com abnegação e
humildade, a fim de que aprendessemos a procurar contigo
a divina ressurreição...
Entretanto, ainda hoje, decorridos quase vinte séculos sobre o Teu sacrifício, não temos senão lágrimas de remorso e arrependimento para fecundar o Seara de nossos corações...
Em Teu nome, discípulos infiéis que temos sido, espalhamos
nuvens de discórdia e crueldade nos horizontes de toda a Terra!
É por isso que o Tempo nos encontra hoje tão pobres e
desventurados como ontem, por desleais ao Teu Evangelho de
Redenção.
Não nos deixeis, contudo, órfãos de tua bênção...
No oceano encapelado das provações que merecemos,
a tempestade ruge em pavorosos açoites...
Nosso mundo, Senhor, é uma embarcação que estala aos golpes
rijos do vento.
Entre as convulsões da procela que nos arrasta e o abismo que
nos espreita, clamamos por Teu socorro!
E confiamos em que Te levantarás luminoso e imaculado sobre a
onda móvel e traiçoeira, aplacando a fúria dos elementos e
exclamando para nós, como outrora disseste aos discípulos
aterrados:
– “Homens de pouca fé, porque duvidastes?”.
Fonte: LIVRO: Cartas e Crónicas
Autor Espititual: Irmão X
Psicografada por: Médium: Francisco Cândido Xavier
sábado, 20 de outubro de 2007
O Poder do Afecto
A falta de tato para resolver conflitos e tratar de assuntos com pessoas que têm idéias opostas, tem sido responsável por muitos desentendimentos e dissabores nos relacionamentos.
Por vezes, um problema que poderia ser facilmente resolvido, cria sérios rompimentos por causa da falta de jeito dos antagonistas.
O afeto, usado com sabedoria é uma ferramenta poderosa, mas pouco usada pela maioria dos indivíduos.
O mais comum tem sido a violência, a agressividade, a intolerância.
Existem pessoas que não gostam de mostrar sua intimidade e escondem sob um véu de sisudez, com ares de poucos amigos, na tentativa de evitar aproximações que deixem expostas suas fragilidades.
São como os caramujos, os tatus, as tartarugas e outros semelhantes.
Ao se sentirem ameaçados, escondem-se em suas carapaças naturais, e não deixam à mostra nenhuma de suas partes vulneráveis.
A propósito, você já tentou alguma vez retirar, à força, de seu esconderijo, um desses animaizinhos?
Seria uma tentativa fracassada, a menos que você não se importe em dilacerar o corpo do seu oponente.
No caso da tartaruga, por exemplo, quanto mais você tentar, com violência, retirá-la do casco, mais ela irá se encolher para sobreviver.
Mas, se você a colocar num lugar aconchegante, caloroso, que inspire confiança, ela sairá naturalmente.
Assim também acontece com os seres humanos. Se em vez da força se usar o afeto, o aconchego, a ternura, a pessoa naturalmente se desarma e se deixa envolver
Às vezes a pessoa chega prevenida contra tudo e contra todos e se desarma ao simples contato com um sorriso franco ou um abraço afetuoso.
Mas, se ao invés disso encontra pessoas também predispostas à agressão, ao conflito, as coisas ficam ainda piores.
Como a convivência com outros indivíduos é uma realidade da qual não podemos fugir, precisamos aprender a lidar uns com os outros com sabedoria e sem desgastes.
A força nunca foi e nunca será a melhor alternativa, além de causar sérios prejuízos à vida de relação.
Portanto, criar relacionamentos harmônicos é uma arte que precisa ser cultivada e levada a sério.
Mas para isso é preciso que pelo menos uma das partes o queira e o faça.
E se uma das partes quiser, por mais que a outra esteja revestida de uma proteção semelhante à de um porco-espinho, ninguém sairá ferido e o relacionamento terá êxito.
Basta lembrar dessa regra bem simples, mas eficaz: em vez da força o afeto.
E tudo se resolve sem desgastes.
............................................................
De tudo o que fazemos na vida ficam apenas algumas lições:
A certeza de que estamos todos em processo de aprendizagem...
A convicção de que precisamos uns dos outros...
A certeza de que não podemos deter o passo...
A confiança no poder de renovação do ser humano.
Portanto, devemos aproveitar as adversidades para cultivar virtudes.
Fazer dos tropeços um passo de dança.
Do medo um desafio.
Dos opositores, amigos.
E retirar, de todas as circunstâncias, lições para ser feliz´
Por vezes, um problema que poderia ser facilmente resolvido, cria sérios rompimentos por causa da falta de jeito dos antagonistas.
O afeto, usado com sabedoria é uma ferramenta poderosa, mas pouco usada pela maioria dos indivíduos.
O mais comum tem sido a violência, a agressividade, a intolerância.
Existem pessoas que não gostam de mostrar sua intimidade e escondem sob um véu de sisudez, com ares de poucos amigos, na tentativa de evitar aproximações que deixem expostas suas fragilidades.
São como os caramujos, os tatus, as tartarugas e outros semelhantes.
Ao se sentirem ameaçados, escondem-se em suas carapaças naturais, e não deixam à mostra nenhuma de suas partes vulneráveis.
A propósito, você já tentou alguma vez retirar, à força, de seu esconderijo, um desses animaizinhos?
Seria uma tentativa fracassada, a menos que você não se importe em dilacerar o corpo do seu oponente.
No caso da tartaruga, por exemplo, quanto mais você tentar, com violência, retirá-la do casco, mais ela irá se encolher para sobreviver.
Mas, se você a colocar num lugar aconchegante, caloroso, que inspire confiança, ela sairá naturalmente.
Assim também acontece com os seres humanos. Se em vez da força se usar o afeto, o aconchego, a ternura, a pessoa naturalmente se desarma e se deixa envolver
Às vezes a pessoa chega prevenida contra tudo e contra todos e se desarma ao simples contato com um sorriso franco ou um abraço afetuoso.
Mas, se ao invés disso encontra pessoas também predispostas à agressão, ao conflito, as coisas ficam ainda piores.
Como a convivência com outros indivíduos é uma realidade da qual não podemos fugir, precisamos aprender a lidar uns com os outros com sabedoria e sem desgastes.
A força nunca foi e nunca será a melhor alternativa, além de causar sérios prejuízos à vida de relação.
Portanto, criar relacionamentos harmônicos é uma arte que precisa ser cultivada e levada a sério.
Mas para isso é preciso que pelo menos uma das partes o queira e o faça.
E se uma das partes quiser, por mais que a outra esteja revestida de uma proteção semelhante à de um porco-espinho, ninguém sairá ferido e o relacionamento terá êxito.
Basta lembrar dessa regra bem simples, mas eficaz: em vez da força o afeto.
E tudo se resolve sem desgastes.
............................................................
De tudo o que fazemos na vida ficam apenas algumas lições:
A certeza de que estamos todos em processo de aprendizagem...
A convicção de que precisamos uns dos outros...
A certeza de que não podemos deter o passo...
A confiança no poder de renovação do ser humano.
Portanto, devemos aproveitar as adversidades para cultivar virtudes.
Fazer dos tropeços um passo de dança.
Do medo um desafio.
Dos opositores, amigos.
E retirar, de todas as circunstâncias, lições para ser feliz´
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
AO AMANHECER
AO AMANHECER
Dia novo, oportunidade renovada.
Cada amanhecer representa divina concessão,
que não podes nem deves desconsiderar.
Mantém, portanto atitude positiva em relação aos acontecimentos
que devem ser enfrentados;
otimismo diante das ocorrências que surgirão
coragem nos confrontos das lutas naturais;
recomeço de tarefa interrompida;
ocasião de realizar o programa planejado.
Cada amanhecer é convite sereno à conquista de valores
que parecem inalcançáveis.
À medida que o dia avança, aproveita os minutos,
sem pressa nem postergação do dever.
Não te aflijas ante o volume de coisas e problemas que tens pela frente.
Dirige cada ação à finalidade específica.
Após concluir um serviço, inicia outro e, sem mágoa
dos acontecimentos desagradáveis, volve à liça com disposição,
avançando passo a passo até o momento de conclusão dos deveres planejados.
Não tragas do dia precedente o resumo das desditas e dos aborrecimentos.
Amanhecendo, começa o teu dia com alegria renovada
e sem passado negativo, enriquecido pelas experiências
que te constituirão recurso valioso para a vitória que buscas.
* * * * * * *
Fonte: LIVRO: Episódios Diários
Autor Espititual: Joanna de Ângelis
Psicografada por: Médium: Divaldo Pereira Franco
Dia novo, oportunidade renovada.
Cada amanhecer representa divina concessão,
que não podes nem deves desconsiderar.
Mantém, portanto atitude positiva em relação aos acontecimentos
que devem ser enfrentados;
otimismo diante das ocorrências que surgirão
coragem nos confrontos das lutas naturais;
recomeço de tarefa interrompida;
ocasião de realizar o programa planejado.
Cada amanhecer é convite sereno à conquista de valores
que parecem inalcançáveis.
À medida que o dia avança, aproveita os minutos,
sem pressa nem postergação do dever.
Não te aflijas ante o volume de coisas e problemas que tens pela frente.
Dirige cada ação à finalidade específica.
Após concluir um serviço, inicia outro e, sem mágoa
dos acontecimentos desagradáveis, volve à liça com disposição,
avançando passo a passo até o momento de conclusão dos deveres planejados.
Não tragas do dia precedente o resumo das desditas e dos aborrecimentos.
Amanhecendo, começa o teu dia com alegria renovada
e sem passado negativo, enriquecido pelas experiências
que te constituirão recurso valioso para a vitória que buscas.
* * * * * * *
Fonte: LIVRO: Episódios Diários
Autor Espititual: Joanna de Ângelis
Psicografada por: Médium: Divaldo Pereira Franco
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